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Em breve, fim da linha para Eduardo Machado, que fez festa com dinheiro do fundo partidário

Os dias de glória do pastor Gilvando Galdino (que comanda a Assembleia de Deus em Águas Lindas de Goiás)  no comando do PHS do Distrito Federal  estão contados. Ele se aliou ao presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, que está sendo investigado pela Polícia Federal por ter feito uma verdadeira farra com dinheiro do fundo partidário.

 

 

 

 

 

 

Em um dos casos, a  mãe e quatro tios do presidente do PHS, Eduardo Machado, têm participação na empresa da qual ele comprou uma caminhonete e dois sedãs de luxo, pagos com dinheiro público e usados para fins particulares. O político repassou R$ 486 mil do Fundo Partidário para bancar os três carros, que ele usa, inclusive, para ir a sua fazenda. A família também foi beneficiada com R$ 225 mil referentes ao pagamento de material promocional da Funsol, fundação vinculada ao PHS, arrematado numa loja pertencente a uma prima de Machado, que também atua como advogada do partido. Ao todo, a sigla recebeu R$ 3,8 milhões do Fundo Partidário em 2017.

Machado deverá deixar a presidência do PHS nos próximos dias para o alívio de seis deputados federais e a maioria dos membros da Executiva Nacional, que denunciaram os desmandos de Eduardo e não o aceitam mais no comando do partido. Com a saída de Eduardo, o PHS se reorganizará nacionalmente e no caso do DF, Cristian Viana voltará ao comando do partido, para alívio do Buriti.

Eduardo Machado só está ainda no comando do PHS graças a uma liminar concedida pelo TJDFT, que julgará o mérito nos próximos dias.

 

 

 

Fonte: Donny Silva

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