À queima-roupa, Jimmy Lima

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Jimmy Lima, 17 anos, estudante do Setor Leste e organizador da grande manifestação pacífica da última segunda-feira

Como foi a organização do protesto?
A ideia surgiu a partir dos problemas que ocorreram em São Paulo. Fiquei realmente indignado com o que aconteceu, com a violência da polícia. Não dava para ficar parado, até porque a situação do Brasil, em geral, não é boa. Basicamente, usei a internet e as redes sociais para organizar a manifestação da última segunda-feira.

Essa foi a primeira manifestação de rua da qual você participou?
Sim. Eu já havia ido a um protesto sobre meio ambiente no ano passado, mas fui como fotógrafo.

Sua mãe foi cara pintada em 1992. Ela te influenciou de alguma forma? Ou ela se preocupa com o seu engajamento?
Ela não me influenciou, mas me apoia bastante. Ela sabe que isso é o certo, o Brasil precisa de uma reforma. Mas ela sempre pede para eu ter cuidado, manda mensagem e liga sempre para saber se está tudo bem.

Você já tinha um engajamento político antes de decidir organizar essa manifestação, que ganhou o nome de Marcha do Vinagre?
Não, a política não tem melhorado em nada o país, está na hora de a população cobrar mais. O Brasil precisa de uma reforma política. Quando a gente coloca alguém no poder, espera que essa pessoa melhore o Brasil. Leia mais

Fonte: Correio Braziliense – Coluna Eixo Capital

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