ABRAINC divulga Nota à Imprensa

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O Conselho Curador do FGTS aprovou nesta segunda-feira, 13/9, em reunião ordinária, dois votos nos quais a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) trabalhou intensamente nos últimos sete meses e que representa uma grande conquista para o Brasil. O primeiro deles prevê a alteração da Resolução n° 702, de 2012, para adequar os limites máximos operacionais do FGTS em 10%, exceto para as cidades com população de 50 mil a 100 mil habitantes onde o limite operacional cresceu 15%. Outro ponto estipula a readequação na curva de descontos (subsídios) com valor máximo de R﹩ 47,5 mil, benefício válido para grupos de renda familiar mais baixa.

Já o segundo voto destaca a aprovação da reformulação dos orçamentos financeiro, operacional e econômico do FGTS para 2021. Além disso, haverá, ainda, a redução temporária de 0,5% na taxa de juros, até 31 de dezembro de 2022, para as pessoas físicas com renda de R﹩ 4 mil a R﹩ 7 mil (faixa 3 do programa Casa Verde e Amarela) e que são cotistas do FGTS. A redução vale também para as operações realizadas no programa Pró-Cotista (plano especial de crédito habitacional ao cotista do FGTS) até 31 de março de 2022.

Para o presidente da ABRAINC, Luiz França, as medidas são o resultado do trabalho incansável em defesa da melhoria e do aprimoramento do setor. “Este foi um passo fundamental para a evolução de um programa que não só combate o déficit habitacional, trazendo maior qualidade de vida aos brasileiros, como também gera, de forma constante, mais empregos e renda para os trabalhadores de baixa renda. O programa Casa Verde Amarela é, ainda, uma excelente forma de gerar crescimento econômico para o País, exemplo disso é o PIB da Construção Civil, que subiu 2,7% e puxou a elevação do PIB nacional”, afirma o executivo.

As mudanças trazem benefícios em diversas faixas do programa. No Grupo 3, por exemplo, houve uma redução de 0,5% na taxa de juros. Isso permite que uma pessoa com renda de R﹩ 5 mil consiga comprar um imóvel de R﹩ 240 mil, financiado em 30 anos e com uma parcela mensal de R﹩ 1.438,00. Esse valor é 4,3% menor devido à redução na taxa. Antes a parcela era de R﹩ 1.503,00. Já uma pessoa com renda de R﹩ 1.500,00 e que mora em Fortaleza (CE), por exemplo, pode obter um desconto aproximado de R﹩ 34.800,00 em um imóvel de R﹩ 150 mil, sendo que, antes, esse desconto era de apenas R﹩ 23.200,00. “Essas simulações demonstram um expressivo aumento no poder de compra da pessoa interessada em adquirir a casa própria e pode ser um importante aliado na redução do déficit habitacional, em especial, no Nordeste”, salienta Luiz França.

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