Abraji defende Duran e ignora Eustáquio

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O repórter Pedro Duran, da CNN Brasil, apareceu para fazer a cobertura de ato do presidente Jair Bolsonaro com apoiadores neste domingo, no Rio de Janeiro, e teve que deixar o local escoltado por policiais militares. Em nota, a CNN afirmou que jornalistas têm direito constitucional de exercer sua profissão. Abraji repudiou as “agressões”…

O que a Abraji não disse, é que o povo não suporta mais assistir as mentiras e perseguições ao presidente Bolsonaro. O povo não suporta mais e não acredita nos tais “grandes veículos” de comunicação. E o repórter da CNN Brasil não foi agredido, apenas xingado e solicitado que deixasse o local. Quantas vezes isso ocorreu com jornalistas de direita durante atos da esquerda e nunca teve tamanha repercussão? A hipocrisia reina na imprensa brasileira.

Nos últimos dois anos, a  Abraji saiu em defesa quem ataca o presidente Jair Bolsonaro, mas até agora não tomou posição sobre o ato arbitrário do ministro do STF, Alexandre de Moraes contra o jornalista Oswaldo Eustáquio, que se encontra preso, com tornozeleira, sem ter cometido crime. Seu único crime foi ter denunciado esquema de venda de sentença nos STF (agora confirmado pela delação de Sérgio Cabral, ex-governador do Rio).

Afinal de contas, Oswaldo Eustáquio, que está proibido por um ministro do STF de trabalhar como jornalista nas redes sociais, não está sendo vítima? Cadê o direito constitucional de Eustáquio exercer a profissão?

A mesma Abraji que se calou diante da ameaça de morte contra Oswaldo Eustáquio pelo grupo Terrorista Silvestre, parceiro do Intercept, defendeu escancaradamente o jornalista esquerdista Glenn Greenwald.

A Abraji é uma vergonha. Dois pesos, duas medidas… O esquerdismo predomina por lá. Ou tem rabo preso com alguém no STF.

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