Ainda sobre a Operação Drácon

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Na terceira fase, participaram da ação 8 promotores de Justiça, 2 analistas processuais, 4 técnicos administrativos, 2 técnicos em Tecnologia da Informação, 7 agentes de segurança institucional e 2 servidores do apoio administrativo do MPDFT; além de 18 policiais requisitados da Secretaria de Segurança Institucional do órgão. Foram utilizados 13 veículos oficiais.

Apesar de a segurança da CLDF ter negado a subtração de provas, as imagens comprovam que documentos foram retirados do local. Diante desses fatos, o MPDFT reforça a necessidade de a Justiça manter a Mesa Diretora da CLDF afastada para não atrapalhar as investigações. O próximo passo é descobrir o que foi retirado da CLDF e quem seriam os responsáveis.

Após análise de imagens das câmeras de segurança, pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil do DF, apreendidas na primeira fase da Operação Drácon, ficou comprovado que os dois servidores da CLDF retiraram caixas de documentos e equipamentos do mesmo andar onde funcionam os gabinetes da Mesa Diretora. Os fatos teriam ocorrido dias antes da deflagração da Operação Drácon e em horários em que o local está fechado: Alexandre Braga em 20/8, um sábado, por volta das 10h30; e Sandro Morais em 22/8, segunda-feira, por volta das 6h. A Operação foi deflagrada em 23/8.

 

 

 

 

Fonte: MPDFT

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