AMADORISMO

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Junto a um conhecido candidato, ocorre um fato curioso: um cidadão, complicadíssimo, anda agindo de forma amadora e perigosa. Chora à toa, reclama de tudo, não cria nada e ainda consegue se desentender com seus companheiros. E pior: não aceita ideias, sugestões, mas também não apresenta nada de novo nem administra o que tem. Se continuar assim, arruinará os planos de seu chefe. Já tem muita gente disposta a pedir a cabeça do tal “Catatau” ao chefe-maior. A torcida é para que o chefe ouça aqueles que realmente tem juizo e competência para trabalhar num projeto tão audacioso, e que decida pela substituição do aprendiz enquanto há tempo. O grupo quer ganhar a eleição, mas deseja ajustar as peças urgentemente. Afinal, em política, não há tempo a perder, nem há lugar para amadores.

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