APESAR DOS ATAQUES, RORIZ CONTINUA LIDERANDO DISPUTA AO PALÁCIO DO BURITI

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Se as eleições ao Palácio do Buriti fossem hoje, o candidato Joaquim Roriz (PSC 20) seria eleito governador no primeiro turno com pelo menos 10 pontos de vantagem sobre o seu principal adversário, o ex-ministro Agnelo Queiroz (PT). É o que aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Instituto Soma Opinião e Mercado, um dos mais conceituados do DF e do Brasil.

Foram ouvidos 1.008 eleitores em 23 regiões administrativas do DF entre os dias 24 e 27 de agosto. Na pesquisa, os candidatos Toninho (PSol), Rodrigo Dantas (PSTU) e Frank Svensson (PCB) conquistaram 1% das intenções de voto cada, enquanto os demais concorrentes não pontuaram. Votos brancos e nulos somaram 8%. O número de indecisos atingiu apenas 6%.

Caso houvesse segundo turno, Roriz também venceria, segundo a pesquisa Soma. Roriz teria 47% dos votos contra 39% do petista. Assim, tanto no primeiro quanto no segundo turno, Roriz seria o governador, conforme o levantamento do instituto.

A “ficha suja” do Agnelo

A pesquisa foi realizada após a primeira semana de exibição dos programas eleitorais no rádio e na televisão. Desde a estreia do primeiro programa dos candidatos a governador, Agnelo Queiroz vem batendo insistentemente em Roriz, passando a falsa informação de que o ex-governador não poderia concorrer.

Os ataques sistemáticos, produzidos com o objetivo de confundir os eleitores, não provocaram o efeito que os petistas perseguem para evitar a derrota já no primeiro turno: uma reviravolta na liderança. Roriz recuou quatro pontos, mas continua liderando com 10 pontos de vantagem. A pesquisa, entretanto, não aferiu o revide de Roriz às agressões de Agnelo e o prejuízo que certamente causará na campanha do petista.

Na última segunda-feira (30), o programa de Roriz trouxe à tona a “Operação Shaolin”, investigação realizada em maio deste ano pela Polícia Civil do DF, que aponta o envolvimento de Agnelo com uma quadrilha que desviou R$ 4 milhões do ministério do Esporte quando o petista era o ministro da pasta. Foi o primeiro contra-atraque de Roriz, que, no sábado passado, já havia avisado que não mais ficaria calado. Novos programas vão continuar mostrando a “ficha suja” do candidato do PT.

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