Arlete propõe inclusão nos calendários oficial de eventos e escolar do DF o Dia do Patrimônio Cultural

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A deputada Arlete Sampaio (PT) defende, através do Projeto de Lei nº 1079/2012, a inclusão no calendário oficial de eventos e no calendário escolar do Distrito Federal o dia 17 de agosto como Dia do Patrimônio Cultural e institui as Jornadas de Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade, no período de 7 a 11 de dezembro

Segundo Arlete o que se deseja é que o “Dia do Patrimônio Cultural” e as “Jornadas de Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade” consolidem-se e perpetuem-se no Distrito Federal e que sejam momentos de partilha, de convívio, de curiosidade, de criatividade e de eterna descoberta.

Jornadas de Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade – A proposta das “Jornadas de Brasília Patrimônio Cultural da Humanidade” buscou inspiração nas Jornadas Européias do Patrimônio, que acontecem anualmente em mais de cinquenta países e regiões do Velho Continente.

O objetivo é a sensibilização dos cidadãos e cidadãs para a importância da salvaguarda do patrimônio. Com duração de aproximadamente uma semana, as jornadas são um momento privilegiado que permite a todos, destacadamente aos mais jovens, conhecer, visitar, desfrutar seus bens patrimoniais, materiais e imateriais, e sobre eles refletir. A cada ano é lançado um tema específico, de acordo com a realidade do país, da cidade ou da região.

Segundo a deputada a escolha do período para a realização das jornadas no DF, 7 a 11 de dezembro, recorda a data da declaração de Brasília como Patrimônio Mundial (7 de dezembro de 1987) e a data de sua inscrição  oficial na listagem da UNESCO dos bens homenageados por todas as Nações (11 de dezembro de 1987).

Instituto Lucio Costa – Durante sessão solene de sua autoria, que comemorou o Dia do Patrimônio, realizada no dia 17 de agosto, no Teatro Nacional, a deputada Arlete Sampaio defendeu que o Governo do Distrito Federal crie um Instituto do Patrimônio aqui no DF, para o qual sugeriu o nome de Instituto Lucio Costa, como forma de homenagear o grande idealizador do Plano Piloto.

Segundo ela, a medida é de competência exclusiva do Poder Executivo, que já discute essa possibilidade. “É bom deixar claro que sugiro que a estrutura da Subsecretaria de Patrimônio migre para o Instituto, não permitindo, portanto, criação de cargos. E por que Instituto? Para acompanhar o formato adotado pela maioria das instituições estaduais de preservação e para garantir mais agilidade administrativa e financeira e mais independência ao organismo local de patrimônio”, disse.

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