ARRUDA x DEMISSÃO DE PASTORES: MAIS UM TIRO NO PRÓPRIO PÉ

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Quando estava em “baixa” após ter renunciado ao mandato de senador por ter mentido, diante das câmeras de TV de todo o país, no caso que ficou conhecido como o “Escândalo do Painel”, José Roberto Arruda buscou nas igrejas evangélicas apoio e votos. Com um discurso franciscano repleto de “humildade” e de “arrependimento”, ele conquistou pastores, irmãs e irmãos evangélicos que contribuíram para elegê-lo deputado federal em 2002. E em 2006, após ter “puxado” o tapete da candidatura do presidente de seu próprio partido – o DEM de Paulo Octávio – e de ter sido candidato ao governo do DF, Arruda voltou a ser… Arruda! Ao assumir o mandato, trocou de primeira-dama, deixou a humildade de lado e voltou a ser como antes: arrogante e ambicioso. E partiu para o ataque: mandou derrubar uma igreja no Riacho Fundo (inclusive chegou à pedir votos ao pastor em 2006!), demoliu casas, demitiu servidores e não cumpriu promessa feita aos donos de Vans. Resultado: ganhou a revolta de muitos que nele votaram – e confiaram – em 2006. E não satisfeito, em nome da suposta “legalidade”, decidiu cobrar das igrejas as áreas que foram doadas pelo ex-governador Joaquim Roriz. E agora resolveu demitir pastores e filhos de pastores que tinham cargos comissionados no GDF (e que haviam trabalhado para a eleição de Arruda para governador em 2006), por expressarem apoio irrestrito à candidatura do pastor e deputado Brunelli (PSC) ao Senado. É dar tiro no próprio pé!!!

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