Atendimento psicológico é fundamental para desempenho de atletas

A Chute Inicial Be Brave, escolinha licenciada pelo Corinthians no DF, tem entre seus pilares o desenvolvimento físico, mental e social para crianças e adolescentes

 

A forma como atletas profissionais e amadores lidam com a pressão psicológica voltou a ser debatida após viralizar um vídeo onde um criança de seis anos, goleiro de um jogo de base, foi vaiado por pais que acompanhavam a competição após levar um gol de cobertura. O episódio abriu a discussão sobre pressão e expectativas por resultados.

 

Não é raro se deparar com situações como essa no esporte profissional. Quem não lembra da ginasta Simone Biles,dos Estados Unidos, que chocou o mundo ao abandonar a final por equipes nas Olimpíadas de 2020? A situação é potencializada quando se trata de atletas em formação, crianças e jovens que estão em busca da realização de um grande sonho: tornar-se profissionais.

 

Quando se trata de futebol, o tema ainda é um tabu. Um levantamento realizado pela Trivela, por exemplo, revela que apenas 50% dos times de série A têm acompanhamento psicológico para os atletas.

 

Luciana Borelli, psicóloga da escolinha de futebol Chute Inicial Be Brave, em Brasília, afirma que uma equipe de psicólogos do esporte são importantes para dar suporte a atletas e comissões técnicas. “Seja em treinos com objetivos profissionais ou apenas na participação em escolinhas, é preciso abrir mão de muita coisa para estar ali todos os dias. Geralmente esses jovens recebem uma sobrecarga muito grande, seja por conta dos estudos ou até pressão da própria família”, explica a especialista.

 

Ela ainda reforça que a questão psíquica é fundamental de ser trabalhada tijolo por tijolo quando se trata da ascensão de atletas. As expectativas colocadas em cima de uma criança podem, inclusive, ocasionar um baixo rendimento. “Uma pessoa sob muita pressão fica muito ansiosa e vai ter um desempenho pior por conta disso. Cai a concentração e diminui o autocontrole, por exemplo”, diz.

 

Recentemente, a Seleção Brasileira de futebol anunciou, após 10 anos, a contratação de um profissional para a área. O que pode fazer a diferença, no entanto, é que o atendimento psicológico aconteça de forma preventiva, e não somente para atuar em problemas já existentes.

 

Em Brasília, a recém chegada, a Chute Inicial Be Brave – escolinha licenciada pelo Corinthians no DF – atende crianças de sete a 17 anos de idade e tem entre seus pilares o desenvolvimento físico, mental e sobretudo social. Para isso, conta com uma equipe altamente profissional e capacitada, que inclui o atendimento psicológico semanalmente, sendo promovido atendimento não somente para os alunos, mas para os pais também.

 

SOBRE CHUTE INICIAL BE BRAVE:

Um projeto inovador que chega a Brasília com a missão de revolucionar a maneira como o esporte é encarado na comunidade, estimulando a igualdade e inclusão de gênero. Localizado na Ascade, o espaço oferece aulas de futebol com o apoio do clube SC Corinthians Paulista.

 

Redes sociais: @chuteinicial.bebrave no Instagram e Chute Inicial Corinthians Be Brave no Facebook.

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