BB e SUDECO alcançam novo recorde de contratações do FCO

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              Desembolsos têm incremento de 5,7% em relação ao recorde registrado no ano anterior

    BRASÍLIA – Em coletiva concedida na manhã desta quinta-feira, 31, em Brasília, o Banco do Brasil e a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste(Sudeco) anunciaram que em 2012 o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) registrou o maior volume de contratações desde sua criação. As aplicações em operações de financiamento chegaram a R$ 5,9 bilhões no período. O número representa incremento de 5,7% em relação ao recorde registrado em 2011, que foi de R$ 5,5 bilhões. As operações destinadas ao setor rural alcançaram volume de R$ 3,3 bilhões e apresentaram crescimento de 27,5% em relação a 2011 (R$ 2,6 bilhões). Já as operações voltadas ao setor empresarial ultrapassaram o montante de R$ 2,5 bilhões. Além disso, pelo terceiro ano consecutivo, todos os 466 municípios da região Centro-Oeste foram beneficiados com recursos do FCO.

     

    Como resultado da importante contribuição do Fundo para o desenvolvimento da região, cabe destacar o desempenho da economia do Centro-Oeste em 2012, com destaque para o agronegócio. O crescimento do PIB brasileiro no ano passado (previsto entre 0,8% a 1%) foi reforçado pelo ritmo de crescimento do PIB da região, cuja estimativa é de 3,3%.

     

    “Também é importante ressaltar o atendimento creditício prioritário que demos aos tomadores de menor porte”, explica o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, César Borges, ao ressaltar que essa é uma diretriz estabelecida na legislação que regulamenta os fundos constitucionais. Desde 2009, as operações contratadas junto aos tomadores de menor porte absorvem volume de recursos em percentual acima de 51% do total contratado nos respectivos exercícios. No ano de 2012, esse percentual superou a marca dos 68%, atingindo volume superior a R$ 4 bilhões.

     

    Para o diretor-superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Marcelo Dourado, o desempenho significativo das contratações do FCO em 2012 é resultado de ações articuladas entre o Banco do Brasil e o Ministério da Integração Nacional (MI), por meio da Sudeco e dos conselhos de desenvolvimento dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal. “Entre essas ações, destacam-se a redução da taxa de juros, a desburocratização do processo de acesso aos recursos, o lançamento do cartão FCO empresarial, a ampliação das linhas e dos portes dos tomadores e  os seminários do FCO Itinerante, promovidos em diversas cidades para divulgar as linhas de crédito do Fundo e esclarecer dúvidas dos empresários e produtores rurais”, avalia Marcelo Dourado, para quem a importância do Fundo decorre diretamente das condições diferenciadas em que o crédito é concedido.

     

    Dourado anunciou que a partir de março será realizado o FCO itinerante no Entorno do Distrito Federal, “essa região abriga problemas sociais gravíssimos, são cerca de 1,2 milhão de pessoas que dependem do Plano Piloto para usufruir de serviços públicos básicos de saúde e educação, a solução dos problemas econômicos e sociais dessa região é fundamental”, afirmou Marcelo Dourado.

    Como resultado da importante contribuição do Fundo para o desenvolvimento da região, cabe destacar o desempenho da economia do Centro-Oeste em 2012, com destaque para o agronegócio. O crescimento do PIB brasileiro no ano passado (previsto entre 0,8% a 1%) foi reforçado pelo ritmo de crescimento do PIB da região, cuja estimativa é de 3,3%.

     

    Mais vantagens na contratação de financiamentos em 2013

    Lançado em novembro de 2012, já está disponível nas agências do Banco do Brasil o Cartão FCO Empresarial, que permite aos tomadores o pagamento direto aos fornecedores das compras efetuadas com a utilização das linhas de crédito que compõem o Programa FCO Empresarial (modalidades Capital de Giro e Investimento das linhas de financiamento de desenvolvimento industrial, de infraestrutura econômica, do turismo, dos setores comercial e de serviços, além de Ciência, Tecnologia e Inovação). O uso do cartão simplifica o processo de liberação de crédito e proporciona ao tomador mais agilidade e comodidade na utilização dos recursos.O objetivo para 2013 é que pelo menos 50% das contratações sejam feitas com a utilização do Cartão FCO empresarial.

    Os tomadores de recursos com a finalidade de investimento continuam a usufruir de taxas mais baixas em 2013, já que o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu novos encargos para as linhas de crédito do FCO. As novas taxas do Fundo para o primeiro semestre são as seguintes:

     

    a)     Investimento e Capital de Giro/Custeio Associado ao financiamento:

     

    Beneficiários

                               Setor

    Receita Operacional Bruta Anual / Renda Agropecuária Bruta Anual

    Taxa de Juros (% a.a.)*

    Sem bônus

    Com bônus

    EI ** Não Rural Até R$ 60 mil

    3,5300

    3,0005

    Mini/Micro Rural Até R$ 360 mil
    Não Rural
    Pequeno Rural Acima de R$ 360 mil até R$ 3,6 milhões
    Não Rural
    Pequeno-Médio Rural Acima de R$ 3,6 milhões até R$ 16 milhões
    Não Rural
    Médio Rural Acima de R$ 16 milhões até R$ 90 milhões
    Não Rural
    Grande Rural Acima de R$ 90 milhões
    Não Rural

    (*) Taxas válidas para o período de 1.1.2013 a 30.6.2013. Taxas sujeitas a alteração.

    (**) Empreendedor Individual

     

    b)    Capital de Giro e Custeio Isolado:

                                        Beneficiários

    Setor

    Receita Operacional Bruta Anual / Renda Agropecuária Bruta Anual

    Taxa de Juros (% a.a.)*

    Sem Bônus

    Com bônus

    EI ** Não Rural Até R$ 60 mil

    6,75

    5,74

    Mini/Micro Não Rural Até R$ 360 mil

     6,75

    5,74

    Rural

     5,00

    4,25

    Pequeno Não Rural Acima de R$ 360 mil até R$ 3,6 milhões

     8,25

    7,01

    Rural

     6,75

    5,74

    Pequeno-Médio Não Rural Acima de R$ 3,6 milhões até R$ 16 milhões

     9,50

    8,08

    Rural

     7,25

    6,16

    Médio Não Rural Acima de R$ 16 milhões até R$ 90 milhões

     9,50

    8,08

    Rural

     7,25

    6,16

    Grande Não Rural Acima de R$ 90 milhões

    10,00

    8,50

    Rural

     8,50

    7,23

    (*) Taxas válidas para o período de 1.1.2013 a 30.6.2013. Taxas sujeitas a alteração.

    (**) Empreendedor Individual

     

     

     

     

    Fonte:  Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil e Assessoria de Imprensa da SUDECO

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