BRB: o poder a qualquer custo

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Comandado pelo presidente Paulo Evangelista, o BRB vive bons momentos depois de um passado recente onde o comportamento de determinados funcionários colocaram o banco no meio de um furacão de denúncias. Só que hoje o banco recuperou sua imagem e lucros nos últimos balanços.

Tanto que o Banco de Brasília está entre as 500 marcas de banco mais valiosas do mundo. O BRB apareceu recentemente em um estudo da empresa americana A Brand Finance (empresa mundial considerada líder em avaliação e gestão de marca e ativos intangíveis).

Só que o sucesso da atual gestão vem sendo “ameaçada” por um “poderoso” servidor de carreira que tenta usar uma espécie de “braço político” para tentar ocupar a presidência do banco com promessas mirabolantes. Pelos corredores do banco se comenta que o servidor teria apoio de um parlamentar, que sonha com um possível caixa 2 para ajudá-lo na difícil campanha eleitoral que terá pela frente.

O curioso de tudo isso é que tal servidor foi membro do Due Diligente em que ele mesmo defendia com veemência a venda do BRB na gestão do ex-governador José Roberto Arruda.

Alguns servidores acreditam que tudo não passaria de um “delírio” em função de possíveis promessas de políticos que sonham em ter um braço financeiro a fundo perdido para financiarem as suas eleições. O temor é tão grave que funcionários do banco estão monitorando gastos com tudo, inclusive do Cartão BRB.

Sem satisfazer o seu “delírio” de poder, o servidor quer a cadeira de presidente do BRB, indicando nomes para esse cargo e vendendo projetos e formulas impossíveis de serem viabilizadas. Só que para ter um improvável apoio político, o servidor anda prometendo levantar recursos para caixa 2 de campanhas políticas, o que sempre termina em escândalo.

Um funcionário do banco lembra que em setembro de 2011, notas publicadas na imprensa davam conta que o “poderoso” servidor jogou pesado e dizendo-se ter apoio de políticos graduados que estão no poder. A intenção era ocupar um cargo forte dentro do banco.

Ele chegou a vender que teria dando uma assessoria no julgamento de processos de políticos junto a Justiça Eleitoral. O que se sabe é que agora os acionistas do BRB estão de olho e ligados nas tramóias e atitudes do servidor, que passa a imagem que se vende para qualquer um lado dos grupos políticos de Brasília, basta que atendam seus sonhos dentro do BRB.

Outra coisa ouvida pelos corredores do BRB é que os acionistas estão querendo saber dos órgãos fiscalizadores, Banco Central, Ministério Público, Tribunal de Contas, Procuradoria Geral e da Secretaria de Transparência do DF, se é legal certos servidores acumularem cargos dentro do banco.

 

Fonte: Estação da Notícia

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