Câmeras indiscretas (?) na campanha eleitoral de 2010

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Chega a ser hilário os comentários e fofocas políticas contra o governo de Agnelo Queiroz (PT-DF). O leigo que conversar com determinadas pessoas vai acreditar que o governador terá o seu mandato cassado em questão de horas. É o que todos chamam de “teoria da conspiração”. Só que pelo que se sabe oficialmente, Agnelo Queiroz sequer está sendo investigado em qualquer inquérito, tanto local como federal. Se bem que o ex-governador José Roberto Arruda também não estava e foi surpreendido pela Operação Caixa de Pandora.

Atualmente, três episódios que teriam acontecido durante a campanha eleitoral de 2010 toma conta do imaginário de analistas, empresários, jornalistas e políticos de Brasília. O curioso é que todos teriam sido registrados em vídeo, mas ninguém divulga. Aliás, este site está disposto a divulgá-los e depois enviá-los para que o Ministério Público Federal tome as providências cabíveis para o caso.

O primeiro episódio que circula entre políticos é de um suposto encontro em um hotel da cidade de Taguatinga. Em uma suíte,  candidatos e assessores teriam participado de uma sessão em que foram exibidos vídeos  envolvendo um candidato majoritário. Terminada a sessão ficou acertado que os vídeos só deveriam ser usados na hora certa. Só que nenhum dos vídeos foram exibidos nos programas eleitorais. Fica a pergunta: será que compraram um vídeo para guardar para outra ocasião ou eleição?

O segundo episódio curioso é o que vem sendo chamado de “Torres Gêmeas”, uma alusão ao ataque terrorista de  de 11 de setembro de 2001 quando as torres do World Trade Center em Nova York foram destruídas. Só que no suposto caso do DF, as torres seriam compostas por pacotes de dólares. Os recursos teriam sido usados na campanha eleitoral e para cobrir gastos pessoais de alguns candidatos

Este episódio teria sido gravado em vídeo por um dos participantes. A intenção seria a de se “garantir” para evitar qualquer troca de caminho no futuro. Há quem diga que já assistiu o vídeo e até nomeia os nomes dos participantes. Só que faltam as provas do suposto encontro ou mesmo o vídeo.

Já o terceiro episódio envolveria a compra do que se chama de um “partido de aluguel”. A suposta compra envolveu uma longa negociação em que muitos integrantes da campanha teriam participado para o sucesso da “operação”. A “compra” teria acontecido, mas custou a destituição do presidente do suposto partido. Os valores são variados e ninguém sabe ao certo o quanto teria sido pago. Aliás, não se sabe ao certo se realmente algum valor foi pago pela adesão do partido.

Os três episódios relatados são uma mostra do que circula nos círculos políticos de Brasília em relação à campanha eleitoral de 2010. Não se tem provas para que se possa revelar os nomes dos supostos personagens que participaram dos encontros. Só que tem gente na cidade que conta os episódios com tanta veemência que tudo parece ser verdade. Vamos aguardar…

Fonte: Carlos Honorato

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