“O ex-procurador-geral do INSS de Lula, Virgílio Oliveira, e sua esposa Thaisa Hoffmann, enriqueceram com o dinheiro roubado dos aposentados: compraram Porsche, Audi e até apartamento de R$ 28 milhões. Em claro conflito de interesses, o servidor público no governo usava a mulher “empresária” como lavanderia. Quando confrontei Virgílio com os fatos, preferiu o silêncio. Medo de se incriminar?”, pergunta o deputado federal Marcel Van Hattem.
O casal foi convocado pela CPMI do INSS a prestar esclarecimentos sobre suposto “enriquecimento ilícito” com o dinheiro desviado das fraudes em aposentadorias. Eles não explicaram a reserva de um apartamento de R$ 28 milhões em Balneário Camboriú (SC) e a compra de um Porsche Cayenne híbrido de R$ 789 mil.
Na CPMI, ao ser questionada por parlamentares sobre os recursos recebidos por suas empresas, Thaisa informou que os valores foram fruto de “serviços de consultoria, pesquisa e pareceres médicos” e disse que nunca esteve envolvida com qualquer prática ilícita. Em outras perguntas sobre os imóveis e bens milionários, ela manteve o silêncio…
Diferentemente da esposa, Virgílio respondeu algumas perguntas do relator e dos parlamentares.





