Cerco à atuação de professores em salas de aula

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Kleber Lima

Uma das representantes mais atuantes da bancada evangélica quando o assunto é educação, a deputada Sandra Faraj (SD) pediu esclarecimentos a um professor sobre a conduta adotada em sala de aula. Ela relata, em ofício encaminhado a uma escola de Ceilândia, que o docente pediu que a turma fizesse um trabalho sobre os temas: homofobia, integração entre gêneros, pansexualidade, relações poliamorosas e transexualidade. Ela argumenta que foram suprimidos do Plano Distrital de Educação “todas as alusões aos termos ‘identidade de gênero’ e ‘orientação sexual’” e que o trabalho proposto causa “estranheza”. Pede informações sobre a atividade “para que sejam tomadas as providências legais cabíveis ao caso”.

 

 

 

 

Fonte: Coluna Do Alto da Torre/Jornal de Brasília

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