Cláudio Monteiro se defende na CPMI, recebe elogios e fica mais forte

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O ex-chefe de gabinete do governador Agnelo Queiroz se saiu muito bem hoje durante depoimento à CPMI do Cachoeira. Com serenidade, respondeu às perguntas dos integrantes da Comissão, que ao final o cumprimentaram pela postura.

No tempo inicial de defesa, O ex-chefe de gabinete disse não ter encontrado nos autos das investigações da PF nenhuma gravação dele e disse estar aberto a qualquer apuração ao ressaltar que ninguém pode se “escudar em um cargo para impedir uma investigação”. “Fiquei como boneco de ventríloquo”, lamentou. Rebateu a acusação de que possuía um rádio-celular da Nextel para se comunicar com o grupo de Cachoeira. “Cadê o rádio? Cadê a propina? Cadê o tráfico de influencia? Cadê a facilitação na licitação?”, questionou. “Essas são perguntas que mereço receber resposta. Preciso delas como preciso de oxigênio”.
Monteiro disse estar cercado de pessoas que querem promover vinganças pessoais. “Na escola diziam que na brincadeira valia tudo menos puxar cabelo, dedo no olho e xingar a mãe. No DF vale tudo”, ironizou. Ele entregou um requerimento aceitando a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico. “A princípio, por 10 anos, que é a praxe desta CPI, mas, se quiserem, pode ser por mais tempo”. Além disso, disse que os filhos dele também oferecem a quebra do sigilo fiscal e telefônico. “Meus filhos estão oferecendo isso voluntariamente”.

 

Pelo que se viu e ouviu na CPMI do Cachoeira hoje,  Cláudio Monteiro retornará ao Palácio do Buriti mais forte, humilde, atento e principalmente sabedor de quem é quem no tabuleiro político do DF. Por isso mesmo já está causando arrepios em ex-companheiros que o abandonaram no deserto…

 

 

(Com informações do Correio Braziliense)

 

Fonte: Redação

 

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