Contra campanha chata, bonecos sobrevivem

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Votava-se a minirreforma eleitoral, que incluía – e inclui – uma sequência de dispositivos que procuram reduzir os custos das campanhas eleitorais. Proíbe-se comício depois da meia noite. Limita-se a contratação de cabos eleitorais e pune-se a boca de urna. Restringem-se os carros de som. Acaba-se com o uso de outdoors. Proíbe-se, tanto em espaços públicos quanto em particulares, como muros, a colocação de faixas, placas, pintura de inscrições, cavaletes…e bonecos. Aí o senador brasiliense Rodrigo Rollemberg achou demais. Pioneiro na utilização de bonecos-gigantes em Brasília, o senador propôs que ao menos eles sejam liberados. Do jeito que estavam indo as coisas, alertou, as eleições iam ficar chatas demais. Ao menos os bonecos foram liberados.

 

 

 Tá falado

 

“Com as vedações que estamos colocando em toda a campanha eleitoral, corremos o risco de que todo o processo eleitoral se torne absolutamente enfadonho, até desestimulando a participação popular”. Rodrigo Rollemberg,  senador pelo PSB do Distrito Federal

 

 

 Fonte: Eduardo Brito/Do Alto da Torre/Jornal de Brasília

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