Covardes inglórios

Eles certamente pedirão os votos dos colegas, mas não será tarefa fácil, porque advogados brasilienses estão atentos aos que covardemente se calam diante de ataques contra as prerrogativas. Eles querem o bônus, mas evitam o ônus de expor e lutar pela classe.

E de olho no comando da poderosa seccional da OAB no Distrito Federal, os advogados Paulo Maurício (Poli), Cristiane Damasceno, Kleber Lopes e Thaís Riedel continuam omissos, covardemente calados diante da fenomenal, imoral e antidemocrática decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes,  que numa canetada monocrática proibiu advogados de bolsonaristas conversar entre si. É mais um duro golpe contra a democracia brasileira e um ataque frontal às prerrogativas dos advogados.

Até mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou na manhã desta sexta-feira (9) uma ação na qual pede que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja decisão que proibiu advogados de alvos da operação realizada nesta quinta-feira (8) contra pessoas ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro de se comunicarem. “Tomamos essa medida porque é necessário assegurar as prerrogativas. Advogados não podem ser proibidos de interagir nem confundidos com seus clientes”, disse a OAB.

Enquanto isso, a OAB-DF segue no formato padrão da atual gestão de não entrar em bola dividida. Mas… e os advogados que estão sendo desrespeitados? E as prerrogativas constitucionais?

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