Defensora das mulheres, Adriana Mangabeira aparece bem cotada para o STJ

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Nascida em Alagoas, Adriana Mangabeira, empresária, advogada tributarista e triatleta, é bolsonarista, patriota, cristã e reconhecida por sua luta em prol das mulheres ofendidas e atacadas por políticos e magistrados. Recentemente ela obteve importante vitória no STJ, fato que a fez se tornar nacionalmente conhecida e admirada pela coragem e determinação.

Em 7 de outubro de 2020, a  Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de perdão judicial e decidiu, por 10 votos a 2, manter a tramitação da ação penal n.º 886/DF que tem como alvo o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), desembargador Tutmés Airan, acusado de crimes de injúria e difamação contra a honra da advogada Adriana Mangabeira Wanderley, ao atacá-la após ser denunciado por ela ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), acusado de uma suposta negociação de sentença.

Segundo setores da sociedade organizada que defendem os direitos da mulher, Adriana tem grande potencial para ser a próxima ministra do Supremo Tribunal de Justiça por ser nordestina, mulher, renomada advogada e árdua defensora das causas femininas, seria um ponto e tanto para o governo de Jair Bolsonaro, uma ótima aquisição para o STJ e um alento para as sofridas mulheres nordestinas vítimas de agressões.

Adriana poderá se juntar a outras cinco mulheres no STJ, que possui 33 ministros. Como se vê, os homens são maioria absoluta no Supremo Tribunal de Justiça.

 

 

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