A LAVA-JATO E A COPA DO MUNDO DE 2014 – Delação de ex-diretor da Andrade Gutierrez envolve Filippelli, Agnelo e Arruda

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A edição desta semana da revista VEJA, traz chocante reportagem sobre propina  envolvendo os estádios construídos para a Copa do Mundo de 2014. A reportagem revela que as arenas construídas e reformadas em 2014 foram superfaturadas em R$1,5 bi, dinheiro usado para molhar a mão de políticos.

No caso do Estádio Nacional Mané Garrincha, a propina teria sido paga pelas construtoras Andrade Gutierrez e OAS primeiramente para o ex-governador José Roberto Arruda, numa propina de 1% da obra, que custou R$1,4 bilhão de reais, 87% acima do preço inicial.

Com o afastamento de Arruda , que foi preso em 2009, os pagamentos passaram a ser feitos com o seu sucessor, Agnelo Queiroz, do PT, e, depois, com o vice-governador Tadeu Filippelli, presidente do PMDB-DF e atual assessor especial do presidente Michel Temer (PMDB).

“O então vice de Agnelo, Tadeu Filippelli,  também solicitou à Andrade Gutierrez pagamento de propina via doações de campanha em favor do PMDB na ordem de 1% do valor do estádio”, relatou Clovis Renato Numa Peixoto Primo, ex-diretor da empreiteira em delação premiada.

Filippelli  disse que “nunca aconteceu” nenhuma solicitação de ajuda financeira a executivos da Andrade Gutierrez.

As investigações da Lava Jato revelarão quem diz a verdade: o delator ou os políticos envolvidos na denúncia.

 

Fonte: Donny Silva/Com informações de VEJA

1 COMENTÁRIO

  1. Eles tem que ser punidos e devolver o dinheiro roubado p/ os cofres publicos caeia pra estes ladrões, uns estão sendo punidos e outros não, a corrupção tem que acabar

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