DFTRANS: CAMPANELLA MOSTRA FORÇA POLÍTICA

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Na noite desta quarta-feira (12), o auditório da Associação Comercial do Distrito Federal ficou pequeno demais para a concorrida solenidade de posse do novo diretor do DFTrans, jornalista Marco Antonio Campanella.

Amigos, empresários, correligionários do PPL (Partido da Pátria Livre), lideranças políticas, autoridades do GDF (como por exemplo, o administrador regional de Taguatinga, Daniel de Castro) , além de toda a cúpula da secretaria de Transportes do DF, participaram do evento.

Campanella até pouco tempo atrás, era chefe de gabinete do então deputado federal Tadeu Filippelli (PMDB). Nos discuros proferidos, Campanella foi chamado de “fazedor de amigos”.

Conheça um pouco mais sobre o homem que deseja moralizar de uma vez por todas, o DFTrans, com o apoio irrestrito de Filippelli e de Agnelo Queiroz.

Marco Antonio Tofetti Campanella é paulista de Batatais, nascido em 9 de abril de 1957. Aos 17 anos, ainda em 1975, ingressou no curso de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica de Santos, quando iniciou sua militância no movimento estudantil. Cursou, ainda, História pela PUC de São Paulo.

Em 1977, foi eleito presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Comunicação Social e, no ano seguinte, diretor do Centro dos Estudantes de Santos (CES). Em 1978, participou da reconstituição da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE) e, pouco tempo depois, integrou a Comissão Nacional de Reorganização da União Nacional dos Estudantes (UNE). Nessa condição, teve uma participação ativa no Congresso de fundação da UNE, em 1979, em Salvador (BA).

Como jornalista, participou da fundação do jornal Hora do Povo, semanário de resistência à ditadura, do qual foi o chefe da sucursal de Brasília durante muitos anos. Foi preso várias vezes em razão de sua militância política e jornalística de contestação ao regime da época. Em 1988, participou da fundação do diário Hora do Povo, sendo seu primeiro editor geral. No jornal Última Hora de Brasília, foi repórter, redator, editor de política, editor geral e secretário de redação, de 1983 a 1986. Em 1989, foi repórter especial do Diário do Comércio e Indústria (DCI).

Ocupou várias funções no Governo do Distrito Federal, entre as quais assessor de imprensa da então Secretaria de Serviços Públicos (85-86); chefe da assessoria especial do governador (89-90). De 1987 a 1988, convidado pelo então governador José Aparecido de Oliveira, foi secretário de Estado do Trabalho, quando atuou na defesa das reivindicações trabalhistas. Ocupou, ainda, interinamente, a Secretaria de Comunicação Social do Governo do Distrito Federal à época em que Brasília conquistou o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.

Ingressou em 1976 no Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8) quando essa organização encontrava-se, ainda, na clandestinidade. De 1981 a 2009, quando o MR8 dissolveu-se para constituir o Partido Pátria Livre (PPL), integrou a direção nacional daquela organização. Filiou-se ao então Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em 1978.

Em 1980, transferiu-se para Brasília com a tarefa de contribuir com a organização do MR8 na região Centro-Oeste do País. De 1981 a 2009, integrou a direção regional do PMDB-DF e, em 2006, foi eleito membro do Diretório Nacional do partido.

Disputou três eleições: em 1986, 1990 e 1994. Nas duas primeiras, conquistou, respectivamente, a primeira suplência de deputado federal e de deputado distrital. Nas eleições de 1998, 2002 e 2006 atuou em campanhas eleitorais do PMDB, do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e do Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo, Distrito Federal, Goiânia e Cuiabá.

Em 1990, assumiu o mandato de deputado federal pelo PMDB do DF, período no qual posicionou-se contra a invasão do Iraque pelos Estados Unidos, contra as políticas entreguistas do governo Collor e em defesa das bandeiras dos trabalhadores.

Sempre teve uma forte atuação no movimento sindical. Participou, como delegado do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, do 1º Congresso Nacional da Classe Trabalhadores (Conclat), a partir do qual foi fundada a Central Geral dos Trabalhadores (CGT). Atualmente, assessora diversas entidades nacionais de trabalhadores, nas áreas da indústria, comércio, alimentos e saúde.

Em 2009, participou da fundação do Partido Pátria Livre (PPL) e, nesse mesmo ano, em razão da inexistência do registro nacional dessa legenda, filiou-se ao PT. E agora candidata-se a deputado distrital para as eleições de outubro de 2010, sob o número 13.111.

Acesse também o vídeo Brasília para todos, que mostra a trajetória política de Campanela e suas propostas para Brasília.

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