DIEBOLD PROCOMP: SETOR DE INVESTIGAÇÕES DA EMPRESA GRAMPEOU ATÉ O PRESIDENTE…

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    Chega a ser cômica a situação da empresa norte-americana Diebold Procomp no Brasil.

    Se não bastassem as diversas irregularidades cometidas por  funcionários de vários escalões da empresa, agora vem à tona uma situação que envolve nada menos que o presidente da empresa.

    O alvo da denúncia desta vez é  JOÃO ABUD JUNIOR, presidente da Diebold no Brasil e na América Latina.

    Blog apurou  que uma funcionária da Diebold Procomp denunciou (vinte páginas) ao Ministério Público do Trabalho e à Polícia Civil, diversos crimes (assédio sexual, coação, tortura, desvio de peças do estoque do Bradesco e da própria Diebold Procomp, entre outros) cometidos em vários escalões da empresa. Dentre os crimes, um  aponta que o telefone de João Abud foi grampeado pelo setor de investigações da sua própria empresa.

    Seria impossível João Abud desconhecer que o setor criado por ele no final de 2004 grampeava telefones ilegalmente ( e nesse caso seria atestar sua incompetência e falta de gerenciamento à frente de uma multinacional), já  que à frente do setor de investigações estava Flavio Cappelletti Junior, homem de sua inteira confiança.

    Ou será que Flavio não era tão confiável quanto João Abud achava?

    João Abud aparece em uma conversa gravada com um suposto concorrente de sua empresa,  Juarez Cançado, (conversa gravada pelo setor de investigações da Diebold Procomp).

    Nessa conversa, segundo denúncia da funcionária, ocorrida entre João Abud e Juarez Cançado, os dois fazem um pacto para ganhar uma licitação.

    Alguns trechos dessa conversa foram descritos pela funcionária no processo.

    Blog divulga esses trechos:
    J.C.-Abud eu coloco um preço menor pra você vencer a concorrência.

    J.A.-E sua empresa?

    J.c.-Foda-se minha empresa, eu quero dinheiro no bolso, depois você me passa a minha parte do seu lucro.

    Outra conversa também é denunciada por essa funcionária, onde agora a conversa é com alguém ligado ao poderoso Banco Bradesco.

    A conversa tem como assunto principal uma forma para que a Diebold Procomp saiba os valores dos seus concorrentes com referência a uma licitação envolvendo o Bradesco.

    Nessa conversa (denunciada), o alvo especifico é uma empresa concorrente da Diebold Procomp, a PERTO, que tem sede no Rio Grande do Sul.

    Se não bastassem essas condutas imorais apontadas pela funcionária, ela denuncia também outra conversa entre João Abud e alguém ligado ao TSE sobre valores que a Diebold deveria apresentar para ganhar licitação envolvendo o TSE.

    E ainda reforçando a veracidade das informações, ela sem nenhum temor,  indica que a polícia tem como rastrear se houve ligações efetivamente entre os envolvidos nos grampos ilegais como forma de indicar a existência desses grampos ilegais e as conversas.

    A funcionária informa que um dos assuntos tratados nessas conversas gravadas era sobre o cuidado que todos deveriam ter com a Operação Aquarela (Operação realizada pela Polícia Federal no DF em 2007).

    Como já havia adiantado o Blog, quem tem o poder de grampear telefones ilegalmente e grampeou um “Mané” pode muito bem ter grampeado o telefone do José, do Antonio, da Maria, da Lucia e até o da “Dilma”, o do “Lula”.

    DIRETORIA SABIA DE TUDO

    A ilegalidade ronda a empresa americana Diebold Procomp.

    Se não bastassem funcionários de cargos medianos cometerem vários delitos graves, a diretoria da Diebold Procomp parece ter seguido os mesmos caminhos.

    O pedido de afastamento de Nestor de Mattos Cunha Junior, coincidentemente dois dias após ter recebido formalmente relatos sobre vários desvios de condutas de funcionários e terceiros e ter seu nome vinculado a diversas fraudes,  reforça e aponta que a diretoria tinha conhecimento na íntegra de todas as artimanhas usadas para proteger a imagem da Diebold Procomp.

    Neste contexto de atitudes imorais e repugnantes entra o todo poderoso da Diebold Procomp em São Paulo, Sr FLAVIO CAPPELLETTI JUNIOR, que parece ter aprendido ao pé da letra a lição ofertada por Mauro Princiotti, seu ex-gerente de investigações.

    Esse Blog apurou que Flavio Cappelletti também tem o péssimo hábito de fazer gravações clandestinas.

    Flávio grava conversas com várias pessoas que se reúnem com ele dentro da empresa Diebold Procomp no bairro do Jaguaré me São Paulo, sem alertar  a essas pessoas que estão sendo alvo de gravações ambientais.

    Flávio mantém em sua sala de reuniões aparatos usados por detetives particulares e filmes de espionagem com a finalidade exclusiva de gravar conversas diversas para  poder usá-las futuramente em algo que possa trazer algum benefício para ele e a empresa ou para prejudicar alguém.

    Blog apurou que a “parceria” feita entre Flávio e Mauro Princiotti foi muito mais além do que uma simples relação profissional.

    Não adianta negarem tal informação já que Mauro Princiotti tratou de comprovar tais fatos quando em sua brilhante ação trabalhista de número 02407200903402004-TRTSP, apresentou ao judiciário cópia de uma gravação feita por Flávio contra um ex-funcionário.

    Essa conversa gravada clandestinamente tem duração de mais de duas horas!

    Flávio Cappelletti demonstrou nesse episódio todo o seu caráter e laços estreitos com Mauro quando entregou essa fita para que o mesmo a usasse contra sua própria empresa.

    Qual o proveito que um diretor de uma empresa multinacional  tem ao entregar algo clandestino para beneficiar um terceiro contra sua própria empresa?

    Essa situação aponta como agem os diretores da empresa Diebold Procomp quando se trata de levar  alguma vantagem ou simplesmente para prejudicar alguém.

    Não dá nem para imaginar os meios que a empresa Diebold faz para ganhar uma licitação partindo dessa situação absurda!

    Flávio, que já é alvo de investigação por parte da polícia, neste caso específico da gravação clandestina,  demonstrou ter sido um aluno exemplar de Mauro.

    Partindo do principio que Flávio gravou um cidadão que nada representa para a empresa (segundo o que consta no processo), pode muito bem ter gravado diversos diretores de outras empresas e instituições financeiras, já que o HOMEM DE EXTREMA CONFIANÇA DA DIEBOLD PROCOMP, o Sr Cesar Augusto Furtado afirmou que a diretoria tinha conhecimento total das atitudes ilegais de Mauro Princiotti e aprovava tais  atitudes.

    NESTOR DESMENTE DIEBOLD E FLAVIO CAPPELLETTI

    Alguns detalhes da ação trabalhista movida por Mauro Princiotti contra a Diebold Procomp são intrigantes, esclarecedoras e importantes (ação de número 02407200903402004-TRTSP).

    Depois da incessante perseguição feita por Mauro,  para que João Abud Junior, presidente da Diebold Procomp no Brasil, comparecesse à audiência como testemunha, Mauro cedeu e solicitou que Nestor de Mattos Cunha, ex-vice presidente  fosse no lugar de Abud, que foi poupado dessa humilhação devido à sua importância dentro da empresa.

    A audiência foi realizada em 15 de Setembro de 2010,  em São Paulo.

    Ressaltando grande importância de Nestor de Mattos Cunha neste contexto,  lembramos que é aquele mesmo que com a ajuda de Mauro Princiotti conseguiu obter sua Carteira Nacional de Habilitação na cidade de Osasco através de fraude (apresentou documento falsificado) e que mora em um CORTIÇO (O Blog não esqueceu a Rifa para ajudar Nestor na reforma da casa) e que agora cai de pára-quedas como testemunha nessa audiência, justamente envolvendo Mauro Princiotti.

    Para o  código penal, se trata de  FORMAÇÃO DE QUADRILHA, FALSIDADE IDEOLOGICA, FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PARTICULAR OU PÚBLICO, cabendo à polícia de São Paulo apenas verificar em quais crimes serão  indiciados. Ou será que algo fora do contexto vai acontecer para livrar esses indivíduos de serem processados pelo Estado?

    A Diebold não fez nenhuma objeção e aceitou  nova testemunha de Mauro Princiotti, mas não contava que o depoimento de Nestor fosse esclarecedor com relação à extinção do setor de investigações.

    Nestor apresentou o verdadeiro motivo que levou a Diebold Procomp a encerrar as atividades de um dos setores mais importantes da empresa.

    Nestor esclareceu em seu depoimento que o único motivo que levou a empresa a encerrar as atividades  do setor de investigações foi porque Flavio Cappelletti ficou chateado  com a dispensa do fiel escudeiro, Mauro Princiotti.

    Esse depoimento feito a uma autoridade por Nestor,  põe fim às inúmeras inverdades narradas por diversas pessoas, principalmente representantes da Diebold Procomp que afirmaram que o encerramento das atividades do setor de investigações estava devidamente planejado, dentro de um cronograma.

    O depoimento em questão não é de simples funcionário da Diebold Procomp e sim do vice-presidente da empresa, e superior de Flavio.

    Os fatos que se sucedem em relação à empresa Procomp têm demonstrado que a mentira é o ponto forte da empresa.

    Se não bastasse a forma como tem sido tratado o povo brasileiro, onde a empresa e o TSE tentam a todo custo vender uma imagem de credibilidade de um produto (URNAS ELETRÔNICAS) que não existe, a postura da  empresa aponta que não existe credibilidade alguma em suas atitudes e conseqüentemente em seus produtos.

    A capacidade da empresa em induzir autoridades ao erro é impressionante. Por que a empresa levaria uma informação falsa afirmando em vários documentos que o setor de investigações tinha os dias contados devido a um cronograma?

    É incompreensível que uma empresa que vincula sua imagem a produtos supostamente  “invioláveis”,  ter inúmeras situações imorais e criminosas vinculadas  a pessoas que mantém algum tipo de relação estreita com ela.

    Por quê a empresa pagaria três maravilhosos salários de aproximadamente doze mil reais cada como prêmio para Mauro,  se poderia tê-lo  deslocado para outro setor da empresa,  como fez com outros funcionários do setor?

    Por quê  a empresa não solicitou abertura de inquérito policial para apurar como Mauro Princiotti conseguiu grampear telefones ilegalmente?

    Se fosse outro funcionário qualquer,  a empresa se calaria como fez com Mauro?

    Por quê  a empresa Procomp não demonstrou em uma vírgula sequer esse crime federal?

    Em que situação o dinheiro do caixa da Diebold saiu para pagar os grampos ilegais?

    Qual a descrição da nota fiscal para o pagamento dos grampos ilegais?

    Se não houve nota fiscal, de onde veio o dinheiro, ou melhor, de que forma saiu do caixa da Diebold para pagar um crime federal?

    São explicações que dificilmente serão respondidas, diante das mentiras que rondam a empresa. Em todo caso, é preciso aprofundar as investigações.

    Diante de tantos escândalos, parece que  para a empresa Dielbold Procomp, o que ocorre nos processos e inquéritos são apenas  ‘reflexo dos seus produtos’…


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