Senadores do G7, grupo majoritário que comanda os trabalhos da CPI da Covid-19 possuem acordo para inclusão de 10 novos nomes no rol de indiciados do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL). A inclusão ocorre na véspera da votação do texto final do documento que sintetiza os trabalhos do colegiado, prevista para ocorrer já nesta terça-feira (26/10).
O coronel Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil (IFB), foi incluído nesta nova lista. Ele é acusado de advocacia administrativa e estelionato majorado na modalidade tentada.
A informação foi confirmada pelo vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Segundo o senador, serão incluídos no relatório os seguintes nomes:
– Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde , por suposto crime contra a humanidade e de epidemia;
– Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde;
– Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde;
– Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde;
– Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil, sob acusação de advocacia administrativa e estelionato majorado na modalidade tentada;
– Regina Célia Oliveira, fiscal de contratos da Saúde, pelo crime de advocacia administrativa;
– Amilton Gomes de Paula, reverendo presidente da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), por estelionato majorado na modalidade tentada;
– José Alves Filho, sócio da Vitamedic Indústria Farmacêutica Ltda.;
– Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde; e
– Antônio Jordão, presidente da Associação Médicos pela Vida.





