E agora, PT? Em livro-bomba, Eduardo Cunha afirma que Rossi e Maia atuaram nas articulações para o impeachment de Dilma

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Fortíssimas emoções tomam conta de políticos em Brasília com a divulgação de trechos do livro do ano!

O ex-deputado federal Eduardo Cunha relata no livro “Tchau Querida, o Diário do Impeachment”, que deverá ser lançado em abril, que o golpe que resultou no impeachment de Dilma Rousseff (PT) foi tramado no apartamento de Rodrigo Maia, no Rio, e contou com o apoio inclusive do PSDB.

De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, Cunha relata  a reunião que resultou na trama que desaguou no afastamento da presidente Dilma Rousseff teria sido realizada no apartamento do Rodrigo Maia, no Rio de Janeiro. Além deles, os deputados Carlos Sampaio, à época líder do PSDB na Câmara, e Bruno Araújo, atual presidente nacional da legenda tucana, teriam participado do encontro.

Na obra, Cunha também diz que o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), que atualmente é o candidato de Maia e conta com o apoio do PT na disputa pela presidência da Câmara, também teria atuado nas articulações do impeachment. Michel Temer, então vice-presidente, também terá tido um papel fundamental no processo.

Ou seja:  Baleia Rossi, que conta com PT, PSL (parte do partido), MDB, PSB, PSDB, DEM, PDT, Cidadania, PV, PCdoB e Rede, foi cúmplice de um golpe orquestrado por Maia, Temer e o PSDB. É essa a turma que quer vencer a qualquer custo a eleição na Câmara para posteriormente aprovar o impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

A candidatura de Baleia Rossi definitivamente não reúne gente séria, até porque ele não é sério. É apenas um fantoche nas mãos do desequilibrado Rodrigo Maia (DEM).

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