EM QUARTO LUGAR, EYMAEL ACREDITA QUE PODE SER ELEITO

ELEIÇÕES 2010
Em quarto lugar, Eymael acredita que pode ser eleito

“Quem disse que não vou ser eleito?” questionou José Maria Eymael, candidato do PSDC à Presidência da República, em sabatina do canal Record News na tarde desta quinta-feira (5). O candidato afirmou que seu número cresce a cada pesquisa de intenções de voto, e que já é colocado muitas vezes em quarto lugar na disputa. “Nosso objetivo agora é chegar a 5%. A gente gosta quando vai bem, mas tem que acreditar nas pesquisas também quando vai mal”.

Na pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira (5), Eymael aparece com 3% das intenções de voto na simulação espontânea – quando o entrevistado aponta o seu candidato a presidente sem ter acesso a uma lista com possíveis candidatos. Com isso, fica em quarto lugar, atrás de Dilma Rouseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), respectivamente. Na pesquisa Vox Populi, divulgada em 23 de julho, Eymael também está em quarto lugar, com 1% dos votos. Na última pesquisa Ibope, divulgada em 30 de julho, o candidato não pontuou.

Questionado sobre temas polêmicos, o candidato do PSDC disse ser contra legalização das drogas, aborto e casamento homossexual. Justificando seus pensamentos pelo partido que pertence – Social Democrata Cristão – o candidato disse que apoia aquilo que é legal atualmente: o aborto só ser permitido em casos de estupro e risco à saúde da mãe. “Não é uma questão de saúde pública. O bem maior deve ser preservado, a vida. A legislação vigente não permite o aborto”, disse.

Sobre o casamento gay, tema com o qual os candidatos à presidência têm sido bastante questionados, Eymael disse ser a favor de direitos civis, mas não concorda com a legalização do casamento, como instituição, para homossexuais. “O que não aceitamos é o que foi feito na Argentina. Casamento homoafetivo como instituição. Casamento é homem e mulher. O que a democracia cristã não aceita, e eu também, é que você caracterize como casamento a união homoafetiva. Nesses assuntos, não se pode ter meias palavras. Quem estiver de acordo, nos acompanha”, garantiu.

Dono da maior renda entre os candidatos à presidência, Eymael justificou seu patrimônio com os anos de trabalho. Com uma declaração de R$ 3 milhões em bens apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirmou ser contra o imposto. “Na medida em que você constrói o seu patrimônio, vai pagando impostos‘. Eymael defendeu uma reforma que torne o modelo tributário mais simples e transparente. De acordo com o candidato, o fato de trabalhar desde os 12 anos e manter uma empresa desde 1968 fez com que ele alcançasse sua atual renda. Informações do Terra.

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