Érika defende réu do mensalão

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A deputada Érika Kokay confirma que, como revelou a coluna, defendeu cassações de mandatos de parlamentares condenados pela Justiça, mas poupou seu companheiro de partido, João Paulo Cunha. Explica porque: segundo ela, as histórias dos deputados Natan Donadon e João Paulo Cunha “são absolutamente distintas, bem como o compromisso demonstrado com o bem público durante suas trajetórias políticas”. Só para conferir, João Paulo foi condenado na ação penal do mensalão a nove anos e quatro meses de reclusão, mais multa de R$ 370 mil, pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. Retirou, por intermédio de assessores, R$ 50 mil de uma conta operada por Marcos Valério e fez um contrato milionário, quando presidente da Câmara, com empresa do próprio Valério.

Isenção do STF “sob suspeita”

 

Érika diz ainda que “as provas materiais que embasam a sentença condenatória do deputado João Paulo Cunha são absolutamente insuficientes diante da pena que lhe foi imputada, ao contrário do que ocorre com Donadon”. E, sempre para mostrar que cada caso é um caso, lembra que o processo de Donadon “não se converteu em palco de disputa ideológica e política” como ocorreu com o mensalão. Por fim, assegura que o julgamento do mensalão, no Supremo Tribunal Federal, coloca “sob suspeita a isenção do rigor da sentença imputada”. Então tá.

 

 

 

Fonte: Eduardo Brito/Do Alto da Torre/Jornal de Brasília

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