ESPORTE INOVADOR INVADE O LAGO PARANOÁ

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Stand Up Padlle: esporte inovador invade o Lago Paranoá

O II Campeonato de Cross SUP que será realizado no próximo domingo (22), no Clube Naval, de Brasília, a partir das 9h, está mobilizando os atletas náuticos não só de Brasília, mas de outros estados também.  Entre os mais de 50 inscritos, faltando apenas uma semana para o campeonato, já confirmaram presença atletas do Espírito Santo, Goiás e São Paulo. James Radde, proprietário da escola de Stand Up Padlle (SUP) e Windsurf Clube do Vento, afirma que apesar da competição contar com mais participantes homens, a procura maior pela locação de pranchas tem sido das mulheres que, às vezes, chegam em grupos de 6, 7 ou mais pessoas.

O Stand Up Paddle (SUP) é um esporte novo e vem inovando na arte de usar a prancha. Ele consiste em remar em pé sobre uma prancha própria para o esporte. O SUP vem crescendo e pode ser praticado por pessoas de todas as idades, devido a seu aprendizado rápido e fácil, podendo ser praticado, no mar, em rios, lagoas e lagos. “As crianças podem começar a praticar esse esporte a partir de 8 anos.  Não há contra-indicações. O pré-requisito é apenas o fato de saber nadar”, garante James,  e completa: “É bom saber nadar, mas a escola disponibiliza coletes salva-vidas para aqueles que ainda tem algum receio com o lago”.

Quanto ao Lago Paranoá, James Radde diz que suas condições são propícias para o esporte. “O Lago é super limpo e ótimo para remar.  Brasília não é uma cidade de ventos fortes, sendo assim, favorece os “supeiros” termo utilizado para os praticantes de SUP”, atesta.

O Cross Sup não é apenas divertimento e lazer. Para quem gosta de manter a forma, o esporte colabora em alguns pontos do corpo. “O SUP trabalha muito o abdômen e membros superiores, como braços e ombro”, indica o diretor-atleta. Além disso, o Sup exige equilíbrio e fortalece os músculos do corpo. “Para manter-se equilibrado sobre a prancha, inconscientemente a pessoa contrai o abdômen, e ao remar, define pernas, costas, peito e braços além de promover queima calórica. Resumindo: o SUP é divertido, conecta você a natureza e faz bem ao seu corpo e a sua saúde”, afirma James.

Como o SUP ainda é uma novidade no Brasil e no mundo a modalidade esportiva ainda está caminhando para fazer parte dos esportes olímpicos. Mas o que falta para isso? James responde: “Para virar um esporte olímpico o primeiro passo é a criação de entidades representativas da classe.  Aqui no Brasil já temos ahttp://www.absup.com.br/ e esse ano iniciam as provas de SUP na modalidade Race e Wave”, explica.

O SUP, assim como vários esportes náuticos, surgiu no Hawai. Lá já era praticado há muitos anos, porém, o esporte foi re-estilizado e com a evolução tecnológica, as pranchas ficaram mais rápidas e leves.

A segunda edição do Cross SUP que acontecerá neste fim de semana receberá, entre muitos competidores, Everton Zouaim Campos que foi campeão em 2003 no campeonato Sul Americano de Windsurf Fórmula nas classes Open (classe de profissionais) e master (acima de 30 anos). Everton, conhecido no universo da vela como Ton, coleciona vários títulos no Espírito Santo, tanto nas regatas de windsurf como nas regatas tradicionais de barco a vela que compete.

Em dezembro de 2010 sagrou-se “Rei da Remada” na terceira edição do Campeonato de Stand Up Padlle-SUP realizada na Praia da Costa, Vila Velha, Espírito Santo. “Competir no SUP é viável economicamente, pois o investimento  custa 1/3 do custo de um equipamento de windsurf.  Desta maneira, considerando investimento e treino,  de fato o praticante do SUP será competitivo nas provas tanto em lagos como no mar”, avalia o velejador.

Investimento de baixo custo

O Cross SUP pode ser praticado por pessoas de qualquer classe social, porque os equipamentos não têm preço exorbitante, e as pessoas também têm a opção de alugar a prancha. “O esporte é de baixo custo. Uma prancha nacional é possível ser comprada a partir de uns R$ 1.500,00, enquanto que as importadas ficam em torno de R$ 3.000,00. Mas para quem não está a fim de investir as escolas costumam alugar equipamentos.  No Clube do Vento, por exemplo,  o aluguel de uma numa prancha importada com remos super leves custa R$ 20,00 e o pacote de dois meses de aluguel sai por R$ 140,00”, informa.

A competição  contará com três modalidades:

•          CROSS SUP: o participante terá que percorrer um trajeto nas proximidades

do Clube Naval tentando ultrapassar diversos obstáculos, sempre em cima da prancha. O público poderá assistir de perto as quedas, ultrapassagens e habilidade de cada competidor.

•          SUP RACE: com saída do Naval o atleta deverá contornar uma bóia colocadas nas proximidades da Ponte Costa e Silva, voltando ao Clube Naval para um pit stop (beber algo) e segue em direção a Ponte JK onde irá contornar outra bóia e retornar ao Clube Naval para chegada.

•          WIND SUP: a prova consiste em utilizar a mesma prancha de Sup, porém com

o uso da vela de Windsurf. Essa modalidade vem crescendo muito no Distrito Federal.

O II Campeonato de CROSS SUP do Clube do Vento conta com o apoio da Rádio Transamérica, X-Padlle, Neilpryde e JP Austrália, dentre outros, e terá a melhor premiação do Distrito Federal, como uma passagem aérea para o trecho Brasília-EUA-Brasília, oferecida pela empresa American Airlines (AA).

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelos telefones (61) 3532-5009 com Sarah, ou no (61) 8124-8596, ou ainda pelo e-mail: inscricao@clubedovento.com. O valor da inscrição é de R$ 30,00, e para quem não tem prancha, poderá alugar uma prancha por mais R$ 20,00. Os participantes receberão um kit com camiseta. Mais Informações: www.supembrasilia.com.br ou www.clubedovento.com.

Assessoria de imprensa: Daise Lisboa (9970-1810)

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