“Sediar o maior evento do planeta é uma forma de desenvolver, dentro do País anfitrião, a infraestrutura, as comunicações, a preparação de novos atletas, o incentivo ao aprendizado de idiomas e o trabalho voluntário”
Desde criança, sempre fui fascinado pelos Jogos Olímpicos, por conta das virtudes que eles representam, da integração dos povos, da valorização dos atletas, da beleza das competições, e do estimulo para que jovens de todo o planeta possam ter uma vida saudável. Em 1980, mesmo com a competição organizada pela União Soviética boicotada devido à invasão do Afeganistão, tomei coragem e fui assistir às Olimpíadas de Moscou. Ali entendi que sediar o maior evento do planeta é uma forma de desenvolver, dentro do País anfitrião, a infraestrutura, as comunicações, a preparação de novos atletas, o incentivo ao aprendizado de idiomas e o trabalho voluntário.
Em 1989, com a eleição do presidente Fernando Collor de Mello e sua assumida afeição pelos esportes, iniciei, com um grupo de atletas, dirigentes esportivos e intelectuais, uma campanha para que o Brasil se candidatasse, com sede em Brasília, a organizar as Olimpíadas de 2000. Em 1990, com minha eleição para deputado federal, o trabalho ganhou força, criamos uma Associação, conseguimos patrocinadores privados e convocamos conceituados nomes do mundo esportivo, como Bernard, Nuzman, Zico e tantos outros otimistas que trabalharam arduamente na elaboração do dossiê de nossa candidatura. Leia mais

