A ex-deputada, em entrevista na televisão, teria acusado Mendonça Neto de ser mentiroso e ladrão. Ela estava utilizando direito de resposta concedido pela própria emissora, para rebater acusações de que ela teria permitido irregularidades em licitações e na contratação de professores temporários na época que era Secretária de Educação do DF, e por irregularidades em sua campanha eleitoral de 2002.
A juíza da 3ª Vara Cível de Brasília afirmou que Eurídes ofendeu o administrador para desmoralizá-lo e assim neutralizar suas acusações, por acreditar ser impune. De acordo com a juíza, a ex-deputada deveria reagir apresentando evidências da regularidade da campanha eleitoral. Disse também que ela se engana se acha que expressões injuriosas podem produzir maior impacto nos eleitores, pois em um atual cenário político tão carente de bons exemplos, o que a população espera são boas atitudes dos parlamentares.
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Eurídes entrou com um recurso que foi negado pela 4ª Turma Cível.

