EVANDRO GARLA CONTRA LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

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Nos debates sobre as drogas que hoje são ilegais – sobretudo a maconha – não são analisados os prejuízos à saúde, a toxicidade para o nosso organismo e, o mais importante, a questão da dependência e os efeitos sociais. A ciência já comprovou que o uso da maconha está associado a inúmeras doenças, tais como a queda da imunidade, ataques cardíacos e transtornos mentais graves, além de vários tipos de câncer (inclusive ao câncer congênito em bebês) e danos genéticos.

O deputado distrital Evandro Garla (PRB-DF) conhece bem essa realidade, pois integra a Força Jovem Brasil, projeto dedicado à prevenção e recuperação de jovens dependentes químicos “A maconha comprovadamente causa dependência. Liberar esta droga para os nossos jovens é assumir um grande risco de desenvolvimento de sintomas psicóticos e delinqüência entre essas pessoas, além de desestruturar famílias e a sociedade como um todo”, enfatiza.

O parlamentar  também cita um estudo publicado no British Medical Journal, em que adolescentes e jovens adultos que consomem maconha são mais propensos a sofrer de transtornos psicóticos. “Uma das maiores preocupações sobre o uso da maconha é que o consumo da droga pode realmente atrapalhar o desempenho na vida de uma pessoa, comprometendo o aprendizado, o trato familiar, as relações sociais e o mais grave, pode ser a porta para o consumo de drogas mais pesadas. A legalização da maconha é um tema extremamente controvertido, pela quantidade de interesses ocultos que existe por trás, principalmente no âmbito social e econômico”, alerta o deputado.

A legislação brasileira de drogas é, infelizmente, uma das mais liberais do mundo. A Lei Nº 11.343, de 2006, vale para o tráfico, e o usuário apenas é repreendido. E desde a entrada em vigor desta lei, o consumo de drogas aumentou no Brasil, repetindo um padrão vigente em todos os demais países em que se optou por uma legislação semelhante.

Cabe aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário investir em políticas de incentivo à prevenção, e não discutir a liberação desta droga que para alguns “não faz mal”, mas que para outros, pode ser o caminho da morte ”, finaliza o deputado.

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