Filippelli faz sua aposta no TSE

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Filippelli se apega ao fato de o placar ter sido apertado no TRE-DF. Foto: Edilson Rodrigues/Cedoc

Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br

Os planos da direita para as eleições 2018 permanecem os mesmos, garante o líder do grupo, o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB). Condenado recentemente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) a ficar oito anos inelegível, contando a partir de 2014, ele tem convicção de que conseguirá reformar a decisão no Tribunal Superior Eleitoral.

“Foi um empate”, observa o peemedebista, ao lembrar que o presidente do Tribunal, Romeu Gonzaga Neiva, desempatou o placar de três a três. “Estamos esperando a publicação para entrar com o recurso”, adiantou Filippelli.

Formado por PMDB, DEM, PSDB, PP, PR e, agora, PTB, o grupo da direita se organiza para enfrentar o governador Rodrigo Rollemberg – ou quem ele apoiar – nas próximas eleições. Aproveita-se da má performance do chefe do Executivo para lançar uma “alternativa” para Brasília.

Reforço

A chegada recente do PTB, na opinião do peemedebista, é um reforço para o grupo que tem tantos caciques, que, conforme o ex-deputado – e agora presidente do PTB – Alírio Neto, falta até espaço para tantos descontentes.

Reúnem-se com frequência, além de Filippelli, os deputados federais Izalci Lucas (PSDB), Roney Nemer (PP) e Fraga (DEM), o candidato derrotado no último pleito, Jofran Frejat, e, agora, Alíro Neto, que, recentemente, se uniu ao grupo.

O espaço, garantem os políticos, está aberto para receber outras siglas descontentes. O grupo namora até o partido do vice-governador, o PSD.

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