Guerra de titãs: Licitação abre guerra entre titãs do mercado de segurança

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A licitação pregão na Secretaria de Educação no Governo do Distrito Federal, tem uma verdadeira queda de braço e pode ser decidida nas barras dos tribunais. O subsecretaria de Administração Geral, Subsecretário, Antônio José Rodrigues Neto, esteve todo o tempo à frente do pregão que foi decidido em 6 segundos tendo a empresa BRASFORT como vencedora. O pregoeiro Josemar Salviano da Silva foi o responsável pelo certame.

A história rocambolesca só começou com a tentativa de impugnação do pregão, mas a verdade é que uma empresa conhecida na Justiça e prisioneira da Caixa de Pandora, a G6 Sistema de Segurança LTDA, de propriedade de Leonardo Prudente, vestiu farda nova e se colocou como Global Segurança LTDA.

Como pano de fundo os que atuam com contratos sem licitação tem total interesse em transformar o pregão em contrato emergencial, anulando a licitação e se perpetuando na prestação de serviço. A vencedora do certame ganhou com 5% a menos do que se paga hoje para a empresa Global Segurança LTDA. Nos bastidores a empresa do pai do deputado Distrital, Rafael Prudente, luta para permanecer prestando o serviço sem licitação. A família tem pelo menos três empresas no ramo de segurança e atua nas autarquias e governo do DF.

Leonardo Prudente atua com a empresa desde os tempos do governo Arruda e foi ali que ganhou fronteiras escorado no DEM e alcançou a prefeitura de São Paulo na gestão do prefeito dos Democratas, Gilberto Kassab. Leonardo Prudente em 2009 abocanhou o contrato de prestação de serviços no Detran DF sem licitação, mas teve o contrato questionado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal, na ocasião ele atuava com a empresa G6 Sistema de Segurança e segundo o TCDF o contrato era superfaturado e não atendia as especificações no edital.

Os equipamentos que os agentes deveriam portar não foram distribuídos, como coletes a prova de balas, cassetetes e equipamentos de defesa, fora isso, também não atendia em número de agentes exigidos no edital. O mesmo aconteceu com a G6 Segurança na Secretaria de Educação em 2010, o TCDF identificou um superfaturamento da empresa, a G6 foi substituída pela Global Segurança LTDA, sem licitação, que tenta anular a licitação modelo pregão a fim de provocar um contrato emergencial onde poderá ter um acréscimo de mais de 50% acima do edital concorrido.

 

 

Fonte: Quid Novi

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