Hair Brasília movimenta economia da capital

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A 4ª Hair Brasília and Beuty é uma feira da beleza. Tem o objetivo de levar as novidades do segmento para os profissionais de beleza da capital federal, com demonstração de técnicas, produtos e tendências do mundo da beleza. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor do mundo de produtos de higiene e beleza, só perdendo para o Japão e para os Estados Unidos. Além de trazer as novidades do mercado, o encontro criou oportunidades de negócios e investimentos. Só no ano passado, o mercado da beleza movimentou no país mais de R$ 50 bilhões.

 

Segundo relatos feitos à deputada Eliana Pedrosa por líderes e representantes do segmento, a ausência de apoio governamental aos organizadores do evento mostra a falta de comprometimento da entidade com o setor. Ilustra essa denúncia o fato do Sebrae já ter gasto mais da metade do seu orçamento destinado para qualificação e não terem apoiado a feira por mera politicagem.

 

Para a deputada Eliana Pedrosa, é inexplicável a omissão do GDF em apoiar a iniciativa dos organizadores da Feira, dado que o segmento é um dos que mais emprega e está inserido em um dos mercados mais dinâmicos da economia, o da beleza. Nos últimos seis anos o número de estabelecimentos de beleza no DF duplicou, e hoje existem mais de 9 mil, aí contados spas, clínicas, salões de beleza, de manicures e podólogos, congregando cerca de 35 mil profissionais. Brasília já é o quarto maior mercado consumidor de produtos e serviços de beleza do Brasil.

 

“O evento trouxe a Brasília profissionais do Brasil e do mundo, incentivando o turismo de negócios, incrementando o setor de serviços da cidade, gerou demanda hoteleira, ocupou restaurantes, empregou mão de obra local, proporcionou a qualificação de profissionais autônomos. Enfim, criou o ambiente propício a competividade e ao crescimento, numa perspectiva de desenvolvimento econômico sustentável do DF. A omissão das Secretarias de Micro e Pequena Empresa, de Turismo e do Trabalho do Governo do DF, reforçam o sentimento de abandono comum àqueles empreendedores que não podem deslanchar seu negócio devido à ausência do poder público, que não desenvolve políticas de fomento, não consolida programas e fragmenta ações. Falta gestão!, afirmou Eliana.

 

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