Horas de ansiedade na campanha

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Elemento essencial para a definição da cabeça de chapa para a substituição do ex-governador José Roberto Arruda foi a pesquisa qualitativa encomendada pelo comando da campanha. Os resultados para o primeiro turno apresentaram diversidade, explicável pelas diferenças entre os perfis dos candidatos e pelo reconhecimento de seu nome. Sugeriam, porém, que as probabilidades de colocação do substituto entre os dois primeiros colocados são muito elevadas. Decisiva foi a avaliação sobre a transferência de votos. Constatou-se que Flávia Arruda era a mais identificada pelos eleitores com o ex-governador. Também se constatou que o nome com mais credibilidade entre o eleitorado de Arruda era o de Jofran Frejat. Na verdade, duas pesquisas foram encomendadas, a institutos diferentes. O nome de Liliane Roriz não constava de uma delas.

Pesquisas de segundo turno pesam
Os problemas mais sérios não foram encontrados em eventual disputa com o governador Agnelo Queiroz. Ao contrário, confirmou-se nível elevado de rejeição do governador também na reta final da eleição. A pesquisa, porém, também incluiu a possibilidade de confronto com o senador Rodrigo Rollemberg. Constatou-se que os eleitores de Rollemberg poderiam até votar em Liliane caso o segundo turno fosse com Agnelo. Mas os petistas e seus simpatizantes não votariam em uma Roriz de jeito nenhum.

 

Fonte: Eduardo Brito/Do Alto da Torre/Jornal de Brasília

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