Instituto que assinou contratos no DF foi alvo da operação Grabato e mesmo assim quer comandar o Hospital da PMDF

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Na manhã da sexta-feira (15/05), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagraram a Operação Grabato, que investiga supostas irregularidades em contrato emergencial firmado, com dispensa de licitação, pela Secretaria de Saúde para a construção das unidades de campanha para tratamento da Covid-19. A suspeita é de direcionamento no processo de contratação.

De vez em quando, saem denúncias sobre as conexões interestaduais, como no caso da OS Instituto Med Aid Saúde (Imas). O jornal Metrópoles, do Distrito Federal, mostrou em uma reportagem que uma das proprietárias do Imas, que assinou contrato com a Secretaria de Saúde para comandar o Hospital da Polícia Militar (PMDF) durante a pandemia do novo coronavírus, sofreu sanção do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).

Segundo informações, um advogado que tem escritório no Brasil 21, um empresário enrolado, e um conhecido lobista que tem escritório no Lago Sul, estariam por trás do contrato que favoreceu o Instituto Med Aid Saúde (Imas) no DF.  O MPDFT e a PCDF investigam o caso.

 

 

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