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    Judiciário mais uma vez a favor da imprensa livre

    Desde que deixou de ser considerado o “25º deputado distrital”, a vida do servidor mais antigo da Casa, Arlécio Gazal, não anda lá às mil maravilhas.  Investigado por desvios de verbas na Câmara Legislativa, o ex-secretário-geral da Mesa foi derrotado na Justiça após entrar com queixa-crime contra jornalistas que assinaram matérias sobre a sindicância da Casa: Ana Maria Campos (Correio Braziliense), Lilian Tahan (Correio Braziliense), Donny Silva (Blog do Donny) e Douglas Protázio (Blog do Protázio). …

    Atualmente nomeado no gabinete de Agaciel Maia (PTC), Gazal alegou para a Justiça que teve a honra ferida ao ver seu nome vinculado à comissão criada para esmiuçar a conduta do alto executivo na época em que ele presidia a Fundação da Câmara Legislativa (Funcal), durante gestão de Leonardo Prudente – o deputado do dinheiro nas meias.

    Só que não foi como entendeu o juiz da Oitava Vara Criminal de Brasília. “Observo que as matérias jornalísticas noticiaram a existência de Tomada de Contas Especial para apurar possíveis danos causados pelo Conselho Diretor da Fundação da Câmara Legislativa do Distrito Federal (Funcal) referente ao exercício financeiro de 2009, o que, de fato, ocorreu”.

    Ainda de acordo com a decisão, “o fato é que instaurada a tomada de contas especial e, uma vez constatada a ocorrência de desvio de recursos e de prejuízo ao erário, é possível que o querelante venha a ser responsabilizado, na medida em que figurou como diretor da associação no período a ser apurado”, diz o texto.

    Além de sair derrotado na Justiça, cabe ao autor do processo arcar com as custas processuais.

     

    Fonte: Blog do Sombra

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