Justiça muda entendimento de fonte, e Carneiro, caluniador, vira o prato do dia

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José Seabra

Por mais que precise ser resguardada, a fonte de informação, quando atinge a honra alheia e provoca danos morais com fatos caluniosos contumazes, deve ser revelada. Essa nova interpretação de um segmento do Poder Judiciário promete pegar em cheio o professor-doutor José Carneiro Neto, da Universidade de Brasília.

As elucubrações de José Carneiro ultrapassam, como a própria expressão faz ver, as raias da imaginação. São muitas as inverdades ditas pelo professor-doutor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da UnB. Em seus devaneios, ele chega a atacar personalidades sem medir as consequências.

Um dos casos diz respeito à família do conselheiro Paulo Tadeu, do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Defendendo para um grupo estrangeiro supostos interesses pouco republicanos, José Carneiro Neto acusou, sem apontar provas, um irmão do ex-secretário de Governo de Agnelo Queiroz e dirigentes do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

Uma das denúncias intempestivas do professor da UnB ligava a compra, por empresários da Espanha, de uma área na Cidade Digital, que o governo do petista Agnelo Queiroz estava projetando. Agora, para cobrir os danos causados, estuda-se a possibilidade de uma ação contra o professor José Carneiro Neto.

Figura carimbada nos meios em que circula, o professor-doutor José Carneiro Neto, vira e mexe, envolve autoridades insuspeitas em denúncias sem provas. Além da leviandade contra familiares do conselheiro Paulo Tadeu, ele também jogou lama em direção a secretários do governo de Rodrigo Rollemberg, ao assinar e-mail fantasioso sobre corrupção.

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