Mais uma do “Partido Pátria Livre”

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PPL

O partido que prega uma pátria livre, mas pelo visto apenas em sua legenda, o PPL, depois de ter a sua única parlamentar, Telma Rufino, e o presidente regional da legenda, Marco Antônio Campanella (este já indiciado), flagradas pela Operação Trick, realizada pela Polícia Civil no dia 30 de abril, resolveu agir como agem os partidos conservadores que o PPL, pelo menos da boca pra fora, tanto dia combater, e tomou uma “decisão caseira de sempre”, ignorando quem poderia assumir a presidência da sigla, mesmo que interinamente e em uma “ação entre camaradas” oficializou uma direção provisória.

Para que serve um vice?

Nas demais estruturas organizacionais ele serve para que, uma vez vaga a presidência, o vice assuma e possa dar continuidade aos trabalhos, seguindo o que lhe determinam as normas (estatutos ou Constituição). No PPL não.

Pois, se assim fosse, assumiria o empresário Higino França, como 1º vice presidente da legenda. Cearense, radicado em Brasília e fundador da Casa da Moldura, um referência pessoal e comercial, formado em economia, e festejado pelos mais tradicionais segmentos de nossa sociedade, desde a imprensa até à classe política, Higino, como é carinhosamente conhecido, sequer configura na decisão caseira do PPL.

Eita pátria livre!

EM TEMPO: Com a palavra, a nova direção do PPL

Abaixo, o comunicado do PPL sobre a sua nova direção

PPL-DF apoia processo de expulsão da dep. Telma Rufino e elege sindicalista Waldir Ferreira como presidente interino

Composta de 21 integrantes, a Executiva do Partido Pátria Livre do Distrito Federal (PPL-DF), reunida ontem, dia 25, aprovou – por 16 votos a favor e uma abstenção – o apoio à decisão da Executiva Nacional de abrir processo de expulsão contra a deputada distrital Telma Rufino, bem como sua suspensão das atividades partidárias por 60 dias, em razão da Operação Trick, realizada pela Polícia Civil no dia 30 de abril.

Na oportunidade, o PPL-DF também escolheu o novo presidente regional interino da legenda, o sindicalista Waldir Ferreira, e a 1a vice, Jane Ferreira, em razão da licença de Marco Antonio Campanella da Presidência para se defender do processo da Operação Trick e do afastamento de Telma Rufino, então 1a vice.

Waldir Ferreira nasceu em Unaí, Minas Gerais, e é morador de Brasília desde 1993. Iniciou sua trajetória política no movimento estudantil secundaristas, passando em sequência a se destacar no meio sindical. Foi diretor do Sindicato dos Servidores Públicos da Cidade Ocidental de Goiás e hoje é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas do DF, além de ser presidente da Central-Geral dos Trabalhadores do Brasil, seção DF (CGTB-DF).

Na referida reunião da Executiva do PPL-DF, também foram aprovados 11 nomes de coordenadores regionais da legenda nas regiões administrativas, responsáveis por organizar as Comissões Provisórias. São eles:

1- Jaqueline Silva, coordenadora do Pátria Livre na Santa Maria;

2- Marcus Anderson, coordenador do Pátria Livre na Ceilândia;

3- Daniel Corrêa, coordenador do Pátria Livre em Taguatinga;

4- Adriano Lázaro, coordenador do Pátria Livre no Gama;

5- Vladimir Dantas, coordenador do Pátria Livre em Planaltina;

6- Adail Macedo, coordenador do Pátria Livre em São Sebastião e Jardim Botânico;

7- Viviane Gomes, coordenadora do Pátria Livre no Plano Piloto, Lago Norte e Lago Sul;

8- Lúcia Murta, coordenadora do Pátria Livre em Samambaia e Recanto das Emas;

9- Moacir Ruthes, coordenador do Pátria Livre em Brazlândia;

10- Albino Braz, coordenador do Pátria Livre no Cruzeiro;

11- Raimundo Costa Ferreira, o Ferrerinha, coordenador do Pátria Livre na Candangolândia e Núcleo Bandeirante.

 

 

 

Fonte: Blog do Professor Chico

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