Ele está totalmente por fora do que de fato acontece atualmente no Brasil e tenta se apresentar como “salvador da Pátria” nas próximas eleições
Renan Santos, 41, coordenador nacional do MBL (Movimento Brasil Livre), vê o bolsonarismo “implodindo”, o que criaria uma janela de oportunidade para o Missão, partido de “direita pragmática” que o grupo está criando, e que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa as assinaturas apresentadas para que a legenda seja formada, e a expectativa é de oficialização ainda neste ano, a tempo de disputar a eleição de 2026. A nova sigla promete ter candidato a presidente da República, que deve ser o próprio Renan.
Para Renan Santos, a nova sigla não aceitará a entrada de bolsonaristas. “Teremos militantes nos diretórios e uma ideia clara de quem queremos no partido. Se for bolsonarista, está fora”, afirmou Santos durante o congresso do movimento.

Na prática, não há nenhuma “implosão do bolsonarismo”, e para constatar, basta andar pelas ruas das cidades e navegar pelas redes sociais para ver que a direita está consolidada no Brasil, apesar dos constantes ataques, artimanhas e manipulações que enfrenta.
“O que estamos observando é o regime esquerdista brasileiro impedindo a representação política de direita, através da repressão policial, como ocorre em qualquer ditadura. Não podemos esquecer jamais que esse grupelho MBL operou junto ao regime para facilitar essa perseguição, através da atuação na CPMI das Fake News junto a parlamentares que se opunham a Bolsonaro para criar listas e dossiês que alimentaram os inquéritos persecutórios, posteriormente. Desde o início do governo Bolsonaro, o MBL operou com o intuito de censurar e perseguir a direita, justamente com o objetivo de ocupar o espaço. Esse pessoal é mais podre do que o PT”, afirma o empresário Leandro Ruschel, que vive nos EUA e acompanha com lupa o que acontece no Brasil governado por esquerdistas.
HISTÓRICO CONTURBADO
Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), está envolvido em problemas na Justiça há bastante tempo.
Em 2016, ela aparecia como réu em, pelo menos, 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas, incluindo os que estão em seu nome e o das empresas de que é sócio. Ele negou irregularidades. As acusações incluem fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações de danos morais, num total de R$ 4,9 milhões.
O presidente do MBL é apenas mais um que tenta iludir o povo brasileiro. Basta ver a história recente do MBL e de alguns de seus fundadores contra a direita.

