MP apura “rachadinha” e fantasmas no gabinete de Daniel Donizet

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Depoimento da suplente do deputado distrital reforçou denúncia anônima. Ministério Público analisa quem será ouvido na notícia de fato

JACQUELINE LISBOA/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

Suplente do deputado distrital Daniel Donizet (PSDB), Kelly Bolsonaro (Patriota) fez referência, em depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), à prática de “rachadinha”. Kelly atuou como parlamentar por 27 dias enquanto o tucano era administrador do Gama.

À Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep), Kelly disse que uma comissionada contou ser normal haver devolução de parte dos salários dos funcionários em todos os gabinetes da Câmara Legislativa (CLDF).

O depoimento foi dado em 11 de setembro de 2019, no âmbito de uma notícia de fato que apura denúncia anônima de funcionários fantasmas no gabinete de Donizet. O MPDFT afirmou à reportagem que analisa quais serão as próximas pessoas ouvidas.

Kelly também reforçou a acusação de que servidores recebem salários, mas não cumprem a jornada de trabalho. “Soube que estavam lotados no gabinete cerca de 20 funcionários, mas que compareciam regularmente somente 12 ou 13”, descreve no trecho do depoimento.

Ela assumiu a cadeira de Donizet em 24 de maio de 2019. Na época, “herdou” 21 funcionários do gabinete de Donizet por meio do Ato do Presidente nº 381/2019. Aos promotores, a ex-distrital frisou ter nomeado somente duas pessoas.

Fonte: Metrópoles

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