Na denúncia ao STF, PGR afirma que Paulo Bernardo era o “operador” de Gleisi Hoffmann

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Segundo a acusação, campanha da petista ao Senado recebeu R$ 1 milhão de dinheiro desviado por corrupção.

Gleisi Hoffmann - Paulo Bernardo - Operador - Operacao Lava Jato - Foto Fabio Rodrigues Pozzebom Jornal Grande Bahia

As definições de “casal unido” foram atualizadas. Segundo a Procuradoria-Geral da República, os petistas Gleisi Hoffmann (senadora) e Paulo Bernardo (ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff) partilhariam mais do que o amor incondicional.

Nos termos da denúncia, a parceria ia muito além, já que Bernardo foi apontado como “operador” de Gleisi.

Que parceria! Vale conferir este trecho:

O desempenho dessa função por Paulo Bernardo, como um verdadeiro operador de sua esposa –inclusive valendo-se da importância do ministério então por ele ocupado–, exatamente como dito por Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, que o apontaram como solicitante da vantagem indevida em favor da codenunciada Gleisi…

Pois é. Aguardemos como Gleisi reagirá nas sessões restantes da comissão de impeachment.

 

 

 

 

Fonte: O Implicante

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