O Ducado de Paul Henri

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Uma estória envolvente e não tão distante da realidade

Num reino não tão distante, havia um Duque chamado Paul Henri. No início do seu ducado
as pessoas ficaram um pouco que encantadas com suas palavras e com a grandeza de sua
fama construída por relações políticas e muita fantasia.

Os dias se passaram e todos começaram a observar o quanto Paul Henri era gastão. Essa
característica ficou tão conhecida que ele passou a ser chamado de Duque Gastão. Aliás, gastão e egocêntrico. Tanto que o antigo castelo, Brasilis já era pouco para ele… Montado em seu cavalo encontrou o castelo de outros duques e com eles fechou negócio. Por muitas moedas de ouro alugou a pomposa edificação real. Segundo o povo do feudo o castelo era enorme. Só um pouco menor que o ego do Duque!

Acontece que para conseguir pagar as contas, o Duque e seus conselheiros pesaram a
mão nos servos.Ao percorrer o feudo era notória a exaustão de todos. Todos reclamavam questionando por que em vez de contratar mais servos o Duque Gastão, gastava ainda mais.
As pessoas estavam adoecendo por falta de mais trabalhadores e por que as metas eram cada vez mais altas. Estava se tornando coisa comum encontrar as pessoas desabafando e até chorando por estarem esgotadas e prestes a adoecerem, além daquelas que já estavam
adoecidas.

Os servos que serviam no Castelo andavam cansados, cabisbaixos e amedrontados com as ameaças veladas ou explícitas. Vários viravam a noite trabalhando com todo zelo e, no dia seguinte, o que escutavam era que nada do que tinham feito prestava.

O Duque Paul Henri não se continha em seus gastos e nas “graças” que gostava de fazer
com Arquiduques, Grão-Duques e outros duques! Ele fazia seus gastos e depois corria
atrás das receitas. Na verdade colocava os outros pra correr… enquanto ele pousava para
a imprensa da época junto a alguns figurões.

Os gastos de Gastão eram tão grandes que ele não contratava mais trabalhadores para lhe
sobrar recursos e poder gastar ainda mais. O volume de despesas que Paul Henri fazia era
tão grande que ele começou a dilapidar o patrimônio do reino, inclusive privatizando
empresas de títulos e corretoras pertencentes ao reino, não a ele. Havia quem dizia que ele
estava comendo pelas beiradas até chegar à venda de todo o reino.

OBSERVAÇÃO: ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO. QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, PESSOAS, FATOS OU SITUAÇÕES DA VIDA REAL TERÁ SIDO MERA COINCIDÊNCIA.

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