O Motivo da Histeria: Estão impondo um medo do vírus, mais devastador do que o vírus (veja o vídeo)

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Se várias doenças e outras causas matam muito mais do que o coronavírus, todos os dias, qual é o motivo de tanta histeria? Simples: é a primeira vez, em décadas, que pessoas de classe média, média alta e ricas estão diante da possibilidade (ainda que remota) de morrer por falta de leito em hospital. Ou seja, estão sentindo na pele o que pobres e miseráveis sentem normalmente.

A oposição sabe usar isso muito bem. Enquanto a imprensa explora o medo, os movimentos de esquerda usam o protagonismo estatal na contenção da crise para tentar desqualificar as políticas econômicas liberais do Governo. Pega um momento de emergência (gerada por um pais comunista) para “provar” que “o capitalismo não funciona”.

O pior é que uma população sem muita fibra moral, amolecida pelos pequenos confortos do dia a dia, é presa fácil do discurso de medo. É bem simbólico que o papel higiênico esteja sumindo das prateleiras antes do feijão. A “dor de barriga” (ao menos mental) é grande.

É tanto medo e desorientação que as pessoas rapidamente abraçam a ideia viver como se estivessem em guerra, com o governo controlando se podem ou não sair de casa. Clamam por ordens superiores e pedem mais. É uma amostra grátis de um regime totalitário, com uma população mentalmente dominada.

Com tanta gente nesse estado frágil e submisso, imagine o estrago que seria se Bolsonaro caísse e abrisse as portas para a esquerda? Bolsonaro, mesmo que não agrade a todos, defende a liberdade de expressão, enquanto a esquerda tem o controle dos meios de comunicação como uma de suas principais metas.

Mesmo políticos de centro, como Dória e Maia, também demonstram fragilidade e submissão. Basta ver a velocidade com que foram pedir desculpas à China, enquanto embaixador chinês insultava Eduardo Bolsonaro. Eduardo poderia ter sido mais cuidadoso neste momento, mas não disse mentira: o vírus veio da China.

A esquerda faz o de sempre: tenta, ininterruptamente, derrubar Bolsonaro. O centrão, uma parte da imprensa, o crime organizado e forças internacionais, também. E quem é a principal massa de manobra disso tudo? O isentão liberal inteligentinho, que para mostrar que “não é gado”, faz coro às vozes que apostam na acentuação da crise.

Cuidado. O medo do vírus é muito mais devastador do que o vírus e está sendo bem explorado pela milícia jornalística isentucana.

Confira:

Herbert Passos Neto

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