O QUE PENSAM OS CANDIDATOS AO GDF

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O que pensam os candidatos ao GDF:

Qualidade
Frank Svensson (PCB): Falar bem de mim mesmo é chato… Persistência.
Eduardo Brandão (PV): Amizade.
Toninho do PSol: Honestidade.
Newton Lins (PSL): Honestidade.
Rodrigo Dantas (PSTU): Sinceridade.
Agnelo Queiroz (PT): Gratidão
Joaquim Roriz (PSC): Humildade e só penso em fazer o bem.

Defeito
Frank Svensson: Achar que todas as pessoas são corretas.
Eduardo Brandão: Estopim curto, mas passa rápido.
Toninho do PSol: Sou muito criterioso em tudo o que faço.
Newton Lins: Sou muito verdadeiro.
Rodrigo Dantas: Ambição desmedida.
Agnelo Queiroz: Perfeccionismo
Joaquim Roriz: Eu me sinto um homem impaciente, pela angústia de fazer o bem.


Uma paixão
Frank Svensson: A vida.
Eduardo Brandão: Meus filhos, minha mulher, minha família.
Toninho do PSol: Maninha.
Newton Lins: Minha família.
Rodrigo Dantas: As mulheres.
Agnelo Queiroz: Minha família.
Joaquim Roriz: Weslian.

Líder político com quem se identifica
Frank Svensson: Luís Carlos Prestes
Eduardo Brandão: Fernando Gabeira e Marina Silva.
Toninho do PSol: Ernesto Che Guevara.
Newton Lins: Nelson Mandela.
Rodrigo Dantas: Karl Marx.
Agnelo Queiroz: Luiz Inácio Lula da Silva
Joaquim Roriz: JK


Filme que mais gostou

Frank Svensson: Ai, ai, ai… Como é que chama minha gente… são tantos… Aqueles do Sueco. Mas pode ser… Vidas Secas.
Eduardo Brandão: Hum, são tantos… vou falar os marcantes: O Expresso Meio da Noite e Lúcio Flávio, o passageiro da agonia
Toninho do PSol: Por quem os sinos dobram.
Newton Lins: Beleza Americana.
Rodrigo Dantas: São tantos… 1900, de Bernando Bertolucci.
Agnelo Queiroz: São tantos filmes… Central do Brasil.
Joaquim Roriz: Não posso dizer, lamentavelmente estaria cometendo injustiça. Gosto muito de filme de família.


Livro que está lendo no momento

Frank Svensson: Uma biografia do Antônio Gramsci.
Eduardo Brandão: Cem anos de solidão me marcou. E nos intervalos da campanha, tenho lido Eu aos pedaços, do Cony
Toninho do PSol: O caçador de pipas.
Newton Lins: Não lembro o nome do autor. As veias abertas da América Latina.
Rodrigo Dantas: Estou lendo vários. Os Estudantes, os intelectuais e A Luta de Classes, de Ernest Mandel.
Agnelo Queiroz: Estou lendo três livros ao mesmo tempo. Quando Nietzsche chorou, um do Juscelino e outro que a UnB editou sobre Brasília. Um na sala, outro na cama e mais um no escritório.
Joaquim Roriz: Obama, a biografia, uma vitória de quem saiu da humildade e tornou-se um exemplo mundial.


Sonho não realizado

Frank Svensson: Ter mais filhos. Tenho um, o outro morreu.
Eduardo Brandão: Aprender a tocar algum instrumento musical.
Toninho do PSol: Ver o socialismo implantado no Brasil.
Newton Lins: Não ter conseguido ajudar a acabar com a corrupção no DF.
Rodrigo Dantas: Dar a volta ao mundo.
Agnelo Queiroz: Não ter feito história ao mesmo tempo em que estudava medicina.
Joaquim Roriz: Ver Brasília com 100% dos problemas resolvidos, principalmente na moradia, emprego e saúde.

Arrependimento
Frank Svensson: Às vezes tenho arrependimentos, mas não perduram. Sou um otimista crônico.
Eduardo Brandão: Sou engenheiro, mas gostaria de ter tido tempo para estudar direito.
Toninho do PSol: Não ter tido tempo para me dedicar mais à minha profissão de psicólogo.
Newton Lins: Não ter sido candidato a deputado quando mais novo.
Rodrigo Dantas: Ainda não ter tido outro filho. Tenho um.
Agnelo Queiroz: Rapaz, eu não tenho isso…
Joaquim Roriz: Ter ofendido alguém sem saber.

Onde pretende estar daqui a dez anos?
Frank Svensson: Com 86? Continuarei a morar em Brasília.
Eduardo Brandão: Onde estou, de preferência.
Toninho do PSol: DF, amo esta terra.
Newton Lins: Brasília, se não acabarem com a cidade até lá.
Rodrigo Dantas: Nunca tinha pensado nisso. No olho do furacão de um grande processo de transformação social e revolucionária da sociedade.
Agnelo Queiroz: Em Brasília, servindo ao meu povo.
Joaquim Roriz: Só Deus sabe. Espero continuar na vida pública, colaborando.

O que faria com os pandoristas?
Frank Svensson: Dava penas de trabalho para eles.
Eduardo Brandão: Tem que ter justiça, apuração até o final.
Toninho do PSol: Além de trancafiá-los na Papuda, tomaria tudo o que roubaram para devolver aos cofres públicos.
Newton Lins: Prenderia todos.
Rodrigo Dantas: Papuda neles.
Agnelo Queiroz: A Justiça deve cuidar dos que cometem ilegalidades.
Joaquim Roriz: É uma vergonha nacional, mas por outro lado serviu de exemplo para o Brasil.

Quem é o maior político da história de Brasília?
Frank Svensson: Político, político é o Juscelino. Mas teve muita gente importante que não é lembrada.
Eduardo Brandão: JK.
Toninho do PSol: Não são políticos, mas dois gênios: Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Newton Lins: José Aparecido de Oliveira.
Rodrigo Dantas: Ich… é difícil. Ainda está por vir.
Agnelo Queiroz: Juscelino.
Joaquim Roriz: O grande homem foi JK, que transferiu a capital para cá e os assessores dele, Israel Pinheiro, Bernardo Saião.

Ação política da qual se orgulhe
Frank Svensson: A minha militância partidária.
Eduardo Brandão: A nossa luta do PV para acabar com a cláusula de barreira e pela democratização política.
Toninho do PSol: Ter sido criador do PT, em 10 de fevereiro de 1980, e ter criado o PSol em 2006 para restaurar o antigo sonho.
Newton Lins: Dizer chega de vermelho e chega de azul.
Rodrigo Dantas: Ocupação da reitoria da UnB, em abril de 2008.
Agnelo Queiroz: Criação do programa Segundo Tempo, que dá uma atividade no contraturno para as crianças.
Joaquim Roriz: Ter construído a ponte mais bonita do mundo e ter colocado nela o nome do maior estadista do Brasil.

Melhor lugar de Brasília
Frank Svensson: Minha casa, na 407 Norte.
Eduardo Brandão: Minha casa.
Toninho do PSol: A ponta da Asa Norte, próximo do Lago e da Água Mineral, perto do Parque Olhos d’Água, onde moro.
Newton Lins: Parque da cidade.
Rodrigo Dantas: Lago Paranoá.
Agnelo Queiroz: Quando tem muitos fica difícil escolher… Parque da Cidade.
Joaquim Roriz: Qualquer lugar é bom. Todas as cidades satélites, Plano Piloto é ótimo, o Lago Sul também. E o Entorno. Só queria que todas tivessem a mesma qualidade de vida.

Time de futebol
Frank Svensson: Flamengo.
Eduardo Brandão: Fluminense, o que está na liderança do campeonato brasileiro.
Toninho do PSol: Botafogo, sou doente.
Newton Lins: Não tenho.
Rodrigo Dantas: Botafogo.
Agnelo Queiroz: Botafogo e Gama.
Joaquim Roriz: Não vou falar para não desagradar ninguém.

Quem você mandaria para uma ilha deserta?
Frank Svensson: Ninguém.
Eduardo Brandão: Roriz.
Toninho do PSol: Roriz.
Newton Lins: Não mandaria ninguém.
Rodrigo Dantas: Roriz.
Agnelo Queiroz: Algum criminoso.
Joaquim Roriz: Ninguém. Procuraria recuperar. Nesta vida é preciso ser solidário e recuperar as pessoas.

Um inimigo
Frank Svensson: Não tenho inimigos. Tenho amigos distantes.
Eduardo Brandão: Não cultivo inimigos, cultivo amigos.
Toninho do PSol: Não tenho.
Newton Lins: Não tenho.
Rodrigo Dantas: O imperialismo e a burguesia.
Agnelo Queiroz: Não tenho inimigos. Tenho adversários.
Joaquim Roriz: Não tenho. Não sei se eles têm o mesmo compotamento comigo.

Se você fosse um animal, qual seria?
Frank Svensson: Um gato. Tenho quatro. São a salvação do meu casamento, pra quando o clima fica pesado em casa…
Eduardo Brandão: Um pássaro.
Toninho do PSol: Leão.
Newton Lins: Mas nós somos animais… Nunca me vi refletindo sobre isso.
Rodrigo Dantas: Gaivota.
Agnelo Queiroz: O mais carinhoso que tem. Um Urso.
Joaquim Roriz: Gir leiteiro.

Fonte: Blog da Ana Maria Campos/Correio Braziliense

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