PGR: deputados usaram cota parlamentar para divulgar atos antidemocráticos

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Em investigação, os procuradores identificaram também fontes de custeio da líder do “300 do Brasil” dias antes ato antidemocrático

WALLACE MARTINS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Deputados bolsonaristas do PSL teriam usado parte da cota parlamentar para fazer propaganda dos atos antidemocráticos – contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) – realizados em Brasília.

De acordo com informações do jornal O Globo, citando inquérito da Procuradoria Geral da República (PGR), Bia Kicis (DF), Guiga Peixoto (SP), Aline Sleutjes (PR) e General Girão (RN) teriam usado a verba pública para anunciar a realização dos atos.

No total, eles repassaram R$ 30,3 mil para a Inclutech Tecnlogia, do marqueteiro do Aliança pelo Brasil, Sérgio Lima, partido que Jair Bolsonaro (sem partido) tenta criar.

A Procuradoria-geral da República (PGR) iniciou as investigações sobre o financiamento dessas manifestações. Em um despacho, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, identificou, ainda, duas fontes distintas de envio de dinheiro a extremista Sara Winter, líder do movimento “300 do Brasil”. Segundo o inquérito, ela recebeu R$ 10 mil na véspera do ataque com fogos de artifício contra o prédio da Corte. Ela nega participação no ato.

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