PODEMOS APRESENTA MAIS UM SENADOR

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O senador José Antônio Reguffe, do Distrito Federal, é o mais novo integrante do Podemos. Com a chegada dele, o partido torna-se a segunda maior bancada do Senado, com 10 integrantes. Temporariamente, porque os planos do partido, presidido pela deputada federal Renata Abreu e tendo Alvaro Dias como líder no Senado, é ter a maior bancada.Há conversas em andamento com outros senadores para garantir ao Podemos ocupar o espaço do MDB (12 senadores). Com o ingresso de Reguffe, o partido assume poder de protagonismo na definição da pauta deliberativa. “Nosso objetivo é contribuir para que o Senado tenha uma produção legislativa maior e faça leituras corretas das prioridades para a população”, diz o líder Alvaro Dias.

Depois de passar três anos sem legenda, o senador diz ter encontrado no Podemos liberdade total e independência de voz e de voto. “O Brasil precisa construir uma alternativa de centro, não um centro fisiológico como o centrão, mas um centro democrático”, declarou o mais novo integrante do Podemos.

Uma das mais radiantes com o ingresso de Reguffe é a presidente nacional do partido, Renata Abreu. “Ele é um dos senadores mais respeitados no país e no Congresso. Estamos construindo uma alternativa confiável para a política nacional. Temos um time de primeira, preparado e competente, que atua de acordo com as prioridades da população, tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados. E Reguffe é um baita reforço ao nosso sólido projeto de democracia direta, participação popular e transparência.”

O senador Alvaro Dias fez questão de ler ao microfone a trajetória ascendente de seu mais novo colega de bancada. Economista e jornalista formado, Reguffe está no terceiro mandato parlamentar. Em 2006 foi eleito deputado distrital com 25 mil votos. Em 2010, conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados, com 266 mil votos, sendo proporcionalmente o deputado federal mais votado no país. Em 2014, chegou ao Senado.

Uma das bandeiras do senador Reguffe é a institucionalização de candidaturas independentes, isto é, sem a necessidade de filiação partidária. “Eu não sou contra a existência dos partidos políticos. Acho que se alguém quiser se filiar a um partido político, essa pessoa tem que ter o direito de se filiar. O que eu defendo é que a pessoa que não queira se filiar a um partido que ela também tenha o direito de ser independente. Cabe à população decidir quem ela quer e quem ela não quer.”

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