Policiais civis recusam proposta do GDF, fazem manifestação e avançam com PCDF Legal

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  Os policiais civis do DF reuniram-se em Assembleia Geral Extraordinária, convocada pelo Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), na tarde desta terça-feira (6), no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A categoria rejeitou, por unanimidade, a proposta apresentada pelo Governo do Distrito Federal na última segunda (5).

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Além disso, os policiais decidiram por manter a operação PCDF Legal. Na sexta (9) acontecerá uma Assembleia na Praça do Buriti, às 14h, durante a audiência de conciliação entre Sinpol, Sindepo e GDF no TJDFT.

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MANIFESTAÇÃO – Após a AGE, os policiais civis seguiram em passeata até o Congresso Nacional. Lá, fizeram uma grande manifestação com o propósito de denunciar o aumento da criminalidade ao longo de um ano e meio de gestão do governador Rodrigo Rollemberg. Representando a morte violenta de cada uma das vítimas de homicídio e latrocínio durante esse período, foram fincadas no gramado do Congresso um total de 1.073 cruzes brancas.

“Centenas de autores desses crimes de homicídio e latrocínio foram presos pela PCDF. Mas, ainda assim, o GDF não reconhece a importância de nosso trabalho e nos desvaloriza”, relata Rodrigo Franco, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF).

A manifestação também chamou a atenção das autoridades públicas e da sociedade para o aumento dos crimes contra o patrimônio dos cidadãos brasilienses. “Já aconteceram desde 2015 até agosto de 2016 mais de 50 mil roubos a pedestres nas ruas da capital. A média é de 110 roubos a transeuntes por dia”, denuncia Franco.

PROPOSTA RECUSADA – Em reunião nesta segunda-feira (5), representantes do GDF apresentaram à diretoria do Sinpol-DF uma nova oferta de reajuste salarial. Seriam 7% em outubro de 2017; 7,5% em outubro de 2018; 8,5% em outubro de 2019; 5% em outubro de 2020; 4,5% em outubro de 2021.

No entanto o GDF já havia oferecido uma proposta de 7% em 2017, 10% em 2018 e 10% em 2019. “Na verdade, a nova proposta continua sendo um recuo e mantêm a quebra da isonomia que, historicamente, a instituição mantêm com a Polícia Federal e por isso foi recusada”, explicou o presidente do Sinpol-DF.

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