Povo volta às ruas e exige respeito à Constituição, Liberdade e Direitos Humanos

Apesar da imprensa esquerdista dizer que havia “mil pessoas”, o fato é que quase meio milhão de pessoas se reuniram pacificamente na tarde deste domingo (26) na Avenida Paulista, em São Paulo, em uma imensa manifestação contra a morte do comerciante Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, que faleceu dentro do presídio da Papuda após ser detido pelos eventos de 8 de janeiro.

A manifestação teve início por volta das 14 horas, precedida por um minuto de silêncio em memória de Cleriston, conhecido como Clezão do Ramalho. A morte de Cleriston foi recordada a todo momento, tanto nos discursos quanto por faixas, cartazes e placas de manifestantes.

Os políticos de direita, Magno Malta (PL-ES), Marcos Pontes (PL-SP), Jorge Seif (PL-SC), Bia Kicis (PL-DF), Coronel Tadeu (PL-SP), Marcel van Hattem (Novo-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO) participaram do evento, além de pastores, como Silas Malafaia e Daniel de Castro, e pediram respeito à Constituição, liberdade e direitos humanos.

Ao contrário de manifestações anteriores, desta vez a senadora Damares Alves (Republicanos) não compareceu com medo de eventual retaliação (seu partido faz parte da base aliada do governo Lula).

Os manifestantes protestaram contra os abusos do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela defesa do Estado Democrático de Direito.

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), não esteve presente na manifestação, mas mencionou o ocorrido no antigo Twitter (X), destacando que “Estado Democrático de Direito não se garante com palavras vazias, medidas de força ou arbitrariedades, mas por atos e gestos de respeito à Constituição, às leis, à família e à vida”.

 

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