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    Primeira sessão do semestre é marcada por pronunciamentos de parlamentares

    A primeira sessão ordinária do segundo semestre de 2016, realizada nesta terça-feira (2), foi marcada por pronunciamentos sobre assuntos variados. A participação de organizações sociais (OSs) na gestão da saúde pública do Distrito Federal voltou a ser tema de manifestações em plenário. Além disso, os distritais trataram do anúncio de motéis e boates em outdoors, da greve dos metroviários, entre outros temas.

    Sobre a contratação das chamadas OSs, o líder do governo na Casa, deputado Júlio César (PRB), defendeu mais discussão. Para ele, o projeto de lei nº 1.192/2016, de vários deputados, que revoga a lei que regulamenta a contração de organizações sociais pelo governo, foi votado em primeiro turno “a toque de caixa”. O deputado Chico Vigilante (PT) voltou a defender, no entanto, que as OSs não irão resolver o problema da saúde no DF. “O grande problema é a gestão”, afirmou.

    Publicidade – O deputado Rodrigo Delmasso (PTN) usou o microfone da tribuna para criticar a instalação de propaganda de “boate de entretenimento” na frente de uma escola pública em Vicente Pires. “A quem interessa isso? É uma afronta à família, incitando a erotização das crianças”, reclamou. O distrital ressaltou que em Goiânia esse tipo de publicidade é proibido.

    Já o deputado Júlio César defendeu que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia convoque o dono do outdoor que permitiu a divulgação e o dono da boate para explicações. “A Agefis deve fiscalizar isso e retirar o anúncio”, cobrou.

    Serviços públicos – O deputado Raimundo Ribeiro (PPS) criticou a “lentidão” do governo para tratar da situação dos funcionários públicos em greve no DF. Ele defendeu o direito à greve dos servidores do Metrô/DF e de outras áreas e cobrou atitude por parte do governador: “Ele finge que vive na ilha da fantasia. O cidadão está esperando os serviços, e ele tem que fazê-los funcionar”.

    Ribeiro voltou a denunciar também a cobrança de tarifa indevida no transporte rodoviário que liga Planaltina de Goiás a Sobradinho. Segundo informou, o preço cobrado é de R$ 6,00. “Isso foi levado ao secretário Marcos Dantas, que nada fez”, disse.

    Telefonia – O deputado Chico Vigilante defendeu a alteração da lei que proíbe a instalação de antenas de celular em escolas. Segundo informou, há 35 aparatos instalados em escolas, sem causarem qualquer risco. “Se essas antenas forem retiradas, o sistema de telefonia vai entrar em colapso”, apontou.

    Fonte: CLDF

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