Primeiro dia do Comunicar Brasil 2012 agrada público e palestrantes

0
8

 

Começou, na noite dessa quarta-feira (22), o Comunicar Brasil 2012. Mais de 150 pessoas participaram do evento, que neste ano tem como tema a Comunicação e a Responsabilidade Social. A abertura contou com as boas vindas da diretora-executiva da Nacional Media Group, Wenya Alecrim, e da assessora do Jornal Alô Brasília, Luciana Conti, ambas empresas realizadoras do evento.

A primeira experiência dos participantes foi em uma mesa redonda, com o tema “Reputação e responsabilidade social na comunicação institucional”. Os convidados debateram a responsabilidade social e a sustentabilidade que as instituições oferecem. O diretor de Propaganda e Publicidade do Banco do Brasil (BB) e palestrante, Cláudio Evaristo, contou que no BB existem programas específicos para o tema. “O grande projeto do banco é o que chamamos de Desenvolvimento Social, em que exploramos o talento já existente em uma comunidade. Estruturamos o negócio e damos crédito para garantir que a comunidade tenha lucros até o desenvolvimento”, explicou.

As perguntas feitas pelos participantes foram exibidas em um telão, onde todos também podiam ler e depois serem respondidas pelos palestrantes. O diretor de comunicação da Federação Nacional dos Auditores e Fiscais Tributos Municipais (FENAFIM), Jomar Mender Gaspary, afirmou estar honrado por ter participado do evento. “É um momento importante na minha vida. Estou podendo compartilhar experiência com esses jovens, para que possam se interessar cada vez mais por esse assunto tão importante, que é a comunicação e a responsabilidade social”, comentou. Esse é um sentimento que o analista de marketing do Conjunto Nacional, Robson Amorim, também compartilha. “Ano passado estava sentado no lugar deles. Hoje estou feliz por ver que meu trabalho foi reconhecido”, conta.

Para fechar o primeiro dia do Comunicar Brasil 2012, teve a presença do jornalista da TV Record, Luiz Carlos Braga, que falou sobre o papel social do comunicador. Segundo ele, o jornalista tem que transmitir a notícia sem influenciar as pessoas, mas sim, fazer com que as áreas competentes resolvam o problema mostrado. “O papel do jornalismo não é convencer, e sim, fazer o público pensar sobre tal assunto”, observa. Ainda de acordo com Braga, o jornalismo voltado para o lado social não precisa ser diferente do convencional. “A linguagem tem que ser voltada para que qualquer pessoa possa entender. O jornalismo social não precisa ser pior do que um jornalismo normal”, ressalta.

As discursões continuam nesta quinta-feira (23), em uma mesa redonda sobre o jornalismo, relações públicas e a prestação de serviços, com a participação de Lívio di Araújo, Bruno Taitson e Rosana Silva. A palestra sobre a “Construção de uma imagem socialmente responsável por meio da publicidade” será ministrada pelo presidente do Sindicato das Agências do DF (Sinapro-DF), Rodrigo Capdeville.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui